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ANÁLISE: Conheça os melhores carros segundo o estudo americano de qualidade J.D. Power 2014

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- Os dois estudos foram realizados pela prestigiada JD Power, uma consultora americana de pesquisa e análise da satisfação do cliente, qualidade do produto e comportamento do comprador
- O estudo de qualidade inicial da J.D.Power (IQS) analisa os problemas relatados pelos proprietários nos primeiros 90 dias de compra do veículo. O último estudo foi divulgado em Junho de 2014
- O estudo de confiança (VDS) realizado anualmente analisa os problemas registados nos últimos 12 meses pelos proprietários de veículos com três anos. Inclui a pesquisa de 202 potenciais problemas em todas as áreas do veículo
- De ambos os estudos, a empresa conclui que a introdução de novas e mais sofisticadas tecnologias foram a fonte geradora do aumento de problemas face a estudos anteriores
- O estudo alerta também que a necessidade de redução de combustível não deve comprometer a qualidade
- Por segmento, conheça quais os modelos melhor classificados que também estão à venda na Europa (LER MAIS)

ANÁLISE: Vendas de veículos automóveis em Portugal em 2013

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Entre veículos ligeiros e pesados, incluindo os comerciais ligeiros, venderam-se em Portugal, durante o ano de 2013, 126.684 unidades. Este valor representa um crescimento de 11,7% face ao ano anterior, muito impulsionado pela boa performance que o mercado começou a registar a partir de meados do ano anterior. A ponto de Dezembro de 2013 representar um crescimento de 44,6% face a idêntico período de 2012, seguramente um ano de má memória para as vendas de veículos automóveis em Portugal. Contudo, apesar dos sinais optimistas, estes valores ficam aquém dos melhores registados em anos anteriores a 2011, o que significa que o mercado está ainda abaixo do desejado e que o parque circulante de automóveis em Portugal continua a envelhecer. Mas vamos à tabela das vendas, sem surpresa liderada novamente pela Renault. (LER MAIS)

ANÁLISE: Vendas automóveis em Portugal ultrapassam as 100 mil unidades

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Há sensivelmente meio ano que o mercado automóvel cresce em Portugal e foram já largamente ultrapassadas as 100 mil unidades vendidas no nosso País durante os primeiros onze meses de 2013. O crescimento das vendas de automóveis ligeiros neste período foi de 9 por cento em relação a 2012, cifrando-se em 111.817 unidades entre ligeiros de passageiros e comerciais. Se bem que, comparativamente a 2012, os números obtidos em Novembro de 2013 tenham representado um crescimento mais impressionante, da ordem dos 23,9 por cento, respeitantes a 10.965 veículos vendidos. Embora, como alerta a ACAP, estes valores, apesar de mais elevados, continuam abaixo dos registados em anos anteriores a 2012, altura em que o mercado automóvel português sofreu uma forte contracção das vendas. Vamos então à análise dos números e do sobe e desce das marcas. (LER +)

ANÁLISE: Mercado Automóvel em Portugal continua a crescer. Mas...

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O sector das vendas de automóveis em Portugal continua a dar sinais de recuperação. Com um crescimento de 5,7% nos primeiros nove meses do ano, em Setembro de 2013, à semelhança do que aconteceu nos três meses anteriores, o mercado nacional registou uma variação homóloga de 14,7 por cento, tendo sido comercializados 8.826 veículos ligeiros e pesados. Até 30 de Setembro, foram vendidos em Portugal 91.782 veículos automóveis, quase 5000 unidades a mais do que em igual período de 2012, o pior ano de vendas dos últimos 27. Acompanhe o sobe e desce das marcas e descubra quem mais vende em Portugal através dos habituais quadros com o número de unidades comercializadas. (PROSSEGUIR PARA A LEITURA DA ANÁLISE DETALHADA ÀS VENDAS AUTOMÓVEIS EM PORTUGAL)

APRESENTAÇÃO: Smart FourJoy

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Prenuncia-se o regresso da versão de quatro lugares da Smart (Fourfor) que, a exemplo da anterior, será construída em parceria com outro construtor. E se a primeira (e única) era baseada na versão europeia do Mitsubishi Colt, a futura segunda geração será partilhada com o próximo Renault Twingo. Com o Smart fourjoy, protótipo mostrado na edição 2013 do Salão Automóvel de Frankfurt, a Mercedes desvendou um pouco mais do futuro compacto de quatro lugares da Smart. Com motor eléctrico de 55 kW, célula em alumínio, sem vidros e sem portas mas com dois skates eléctricos no tejadilho para pequenas distâncias na cidade, o fourjoy tem também uma câmara de alta-definição para guardar e partilhar todas as emoções que reserva. (PROSSEGUIR PARA A LEITURA COMPLETA DA APRESENTAÇÃO DO SMART FOURjOY)

ANÁLISE: Balanço do primeiro semestre de 2013. Vendas e produção em Portugal e na Europa. Tabelas marca a marca.

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Em contraciclo com os 27 estados que constituem a União Europeia, as vendas de automóveis ligeiros em Portugal, durante o primeiro semestre de 2013, cresceram timidamente: mais 2,1 por cento face a igual período de 2012, enquanto a nível europeu, durante o mesmo período, se registou uma quebra de 6,6 por cento. O crescimento português pode não representar uma retoma do sector de actividade e resultar apenas de um ano de 2012 realmente mau para as vendas de automóveis em Portugal, conjugado com uma situação temporária de renovação de frotas. Contudo, é um sinal de esperança para todos os agentes deste mercado, fortemente apostados em dinamizar vendas com campanhas realmente agressivas de oferta de equipamento, redução de preços e condições únicas de retoma. Tudo isto para ultrapassar as dificuldades de acesso ao crédito e a falta de condições económicas ou de confiança que continua a existir da parte de muitos potenciais clientes. (PROSSEGUIR PARA O BALANÇO COMPLETO DAS VENDAS AUTOMÓVEIS EM PORTUGAL NO PRIOMEIRO SEMESTYRE DE 2013)

ANÁLISE: Mercado automóvel em Portugal e na Europa nos primeiros meses de 2013

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De Janeiro ao final de Maio de 2013 foram vendidos em Portugal 49.248 veículos automóveis, o que representou uma ligeira queda de 1,4 por cento relativamente ao período homólogo de 2012. O mês de Maio de 2013 registou uma contracção de 4,2 por cento face a idêntico período do mês anterior, tendo sido comercializados 11.664 veículos ligeiros e pesados. A nível europeu, os quatro primeiros meses do ano significaram uma redução de 7,1%, apesar da ligeira recuperação de 1,7% no mês de Abril, quando comparado com as vendas de Abril de 2012. Foi a primeira vez que o mercado europeu cresceu desde Setembro de 2011, incluindo aqui ao lado, em Espanha. Regressando a Portugal, a Renault continua a ser a marca mais vendida no total de ligeiros e está entre as três melhores entre os comerciais pesados de passageiros ou mercadorias. Destaque para a brilhante 5.ª posição da Mercedes, graças aos valores obtidos com as vendas dos comerciais ligeiros, segmento onde a Peugeot e a Citröen preenchem o pódio das vendas, logo atrás da Renault. Tudo isto analisado e acompanhado pelas principais tabelas de vendas, já a seguir. (PROSSEGUIR PARA A ANÁLISE ÀS VENDAS AUTOMÓVEIS EM PORTUGAL E NA EUROPA NOS PRIMEIROS MESES DE 2013)

CARCLASSE assume representação da Jaguar e da Land Rover

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O concessionário assume a representação em Lisboa destas duas marcas, dando~assim seguimento à aposta que a empresa tem vindo a realizar no segmento “Premium”. As novas representações reforçam a posição da Carclasse em Portugal, onde é já um dos mais importantes concessionários das marcas Mercedes-Benz e Smart. Com unidades de referência em Braga, Barcelos, Vila Nova de Famalicão, Guimarães e Viana do Castelo, Lisboa marcou, com sucesso, o primeiro passo de expansão da rede fora da zona Norte. Além do sector das vendas, as instalações destinadas às marcas Jaguar e Land Rover dispõem também de área oficinal. (PROSSEGUIR PARA A LEITURA COMPLETA DA NOTÍCIA DE APRESENTAÇÃO DO NOVO CONCESSIONÁRIO JAGUAR E LAND ROVER PARA A ÁREA DE LISBOA)

ANÁLISE: Balanço das vendas e da produção automóvel em Portugal e na Europa. Uma crise à escala do Euro

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Desde o início de 2012 que se sabia (ou previa) que as vendas de automóveis em Portugal iriam descer bastante. Contudo, nem mesmo os cenários mais pessimistas previam uma queda tão acentuada como aquela que se registou. Com um mercado dimensionado para vendas anuais em redor das 200 mil unidades, esse valor ficou pela metade. Com as consequências que facilmente se adivinham: concessões a fechar ou a ter que redimensionar o negócio, reduzindo espaço e postos de trabalho; importadores obrigados a fazerem contas diariamente para sobreviverem, para não perderem capacidade negocial com os fabricantes ou para não verem os escritórios deslocalizados para Espanha, por exemplo. No meio de todo este cenário negativo ressaltam suspeitas e acusações concretas de vendas "fictícias", com reexportações de forma a produzir volume de vendas. E até o próprio Estado, cujo orçamento anual depende em grande parte do automóvel, foi obrigado a refazer as suas previsões de receita. Mas quem pensar que esta crise é apenas portuguesa, ou circunscrita a 3 ou 4 países europeus em dificuldades, desengane-se: o mercado europeu regrediu mais de década e meia. Nem a poderosa Alemanha escapou e praticamente todos os países da zona do Euro registaram quedas. De entre os países europeus mais fortes, só o Reino Unido cresceu face ao ano anterior. (PROSSEGUIR PARA A ANÁLISE E BALANÇO DAS VENDAS E DA PRODUÇÃO AUTOMÓVEL EM PORTUGAL E NA EUROPA)

Mercado automóvel em Portugal parece recuperar mas continua em queda

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Apesar de uma ligeira recuperação face ao primeiro semestre do ano, as vendas de automóveis ligeiros de passageiros continuam com valores francamente negativos face ao ano anterior. No topo, Renault e VW quase dividem a liderança, com uma diferença de poucas centenas de unidades. O VW Golf foi o responsável pelo facto da marca alemã ter sido a que mais vendeu em Portugal durante o mês de Novembro, mas os franceses contam, este mês, com o novo Clio para reforçar a liderança antes do ano terminar. Nesta categoria, apenas sete marcas já venderam mais de cinco mil carros este ano e, curiosamente, três são construtores premium - BMW, Audi e Mercedes -, sendo que, destas, a Audi foi a que menos perdeu face ao ano anterior: menos 8,3 por cento das vendas. Para encontrar uma variação positiva torna-se necessário descer até ao 27.º lugar da grelha, cabendo essa honra à Lancia que, até Novembro de 2012, vendeu mais 8 carros face a igual período do ano anterior. Há casos dramáticos no "ranking" das vendas, confira já a seguir quais são na respectiva tabela dos primeiros 11 meses de 2012. (PROSSEGUIR PARA A NOTÍCIA COMPLETA SOBRE O MERCADO AUTOMÓVEL EM PORTUGAL)

Procura automóvel novo, usado ou acessórios? Quer saber mais sobre este ou sobre outro veículo?

ANÁLISE: Mercado automóvel português vai de “mal a pior” e a caminho do “salve-se quem puder”

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Pelo 5.º mês consecutivo, este ano, as vendas de automóveis em Portugal foram inferiores aos valores homólogos do ano anterior. Apesar de no mês de Maio ter existido um ligeiro aumento das vendas face a Abril, da ordem das 2200 unidades, os valores continuam a preocupar o sector e irão, certamente, implicar o fecho de mais concessionários. Mas o reflexo desta crise que se abate sobre todo o sector automóvel promete não ficar por aqui: não só não se vende como não se faz a manutenção periódica, deixa-se de ir à inspecção periódica e poupa-se em tudo, mesmo que, por causa de isso, se coloque em risco a segurança ou o ambiente.

Vendas automóveis em Portugal descem abruptamente

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Como era de prever no actual contexto de crise económica, o sector automóvel começou a sofrer fortemente com as medidas de contenção a que muitos particulares e empresas foram sujeitos nos últimos meses. Em Janeiro foram vendidos apenas 9065 automóveis ligeiros de passageiros e comerciais ligeiros, o que representa uma forte redução de 42,2% face às vendas registadas em igual período do ano passado. É o valor mais baixo de venda de veículos em Portugal dos últimos 25 anos! O sector entrou em “estado de alerta” e, para sobreviver, necessita urgentemente de medidas de incentivo ao consumo.

APRESENTAÇÂO: Novo Mercedes Classe C Coupé

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Produto único e distinto, o C Coupé alia a classe de um Mercedes a uma vertente mais dinâmica e expressiva. A nova geração proporciona cinco potentes motores de injecção directa, porém económicos e “amigos do ambiente”. Como não podia deixar de ser está presente a função de “Start & Stop ECO” para uma das versões, bem como numerosos sistemas de assistência são disponibilizados. Venha daí saber mais sobre este novo modelo da Mercedes que chega agora a Portugal e conhecer o preço das várias versões disponíveis para o mercado nacional.



O novo Classe C Coupé apresenta a tecnologia encontrada na nova geração recentemente lançada do Classe C, sob um formato coupé que combina a diversão ao volante com uma eficiência exemplar. Em termos de atitude, está concebido para um grupo de clientes com idades entre os 35 e os 45 anos, para quem o sucesso profissional, o amor à vida e um forte sentido de responsabilidade são importantes.
Visto lateralmente, este novo coupé seduz pelas suas proporções compactas, pelos contornos poderosos e por um pilar em C mais estreito, apesar de tudo num desenho clássico de um três volumes. Tipicamente coupé no capot e pára-brisas longos e bastante inclinados, bem como num tejadilho que se prolonga além do eixo traseiro, para sugerir uma extremidade curta e desportiva.


Interior com cores exclusivas


O painel de instrumentos tem um desenho forte, desportivo e naturalmente de elevada qualidade.
Três anéis tubulares, com um acabamento galvanizado, demonstram as credenciais desportivas ao condutor. O coupé tem de série volante de três raios de nova geração, com o seu raio central cromado, apresentado no novo CLS.
As superfícies de toque dos comandos são agora mais detalhadas e galvanizadas. O topo crescente do painel de instrumentos também acomoda o visor central e continua para o lado do passageiro como um contorno discreto que capta a luz. Os ventiladores de ar centrais trapezoidais e os ventiladores circulares no exterior são evidenciados em detalhe pelo painel galvanizado.


Segurança e ajudas à condução


Sete airbags de fábrica: dianteiros e laterais para o condutor e para o passageiro dianteiro, airbag para os joelhos no lado do condutor e para a cabeça. Este sistema de protecção lateral – com airbags para a cabeça e para o tórax – optimiza o nível de protecção conseguido para partes individuais do corpo. Para proteger os peões possui capot com deformação activa, construído em alumínio.
Com sistemas de assistência à condução que vão desde a detecção de sonolência “Attention Assist” até ao controlo de proximidade “Distronic Plus”, oferece um nível global de suporte e protecção do condutor. Os sistemas de assistência são baseados na mais recente tecnologia de radares, câmaras e sensores, cobrindo as causas mais frequentes dose acidentes, como conduzir perto demais, a fadiga e deficientes condições de visibilidade.


Preços e motorizações


Disponível a partir do início do próximo mês, o Mercedes Classe C Coupé tem preços a partir de 41.035,60€, para o C 180 CGI.


Motores a Diesel:
C 220 CDI Coupé - 46.297,12€ - Cx. Manual
C 250 CDI Coupé – 49.297,32€ - Cx. Manual
C 220 CDI Coupé – 50.428,92€ - Cx. Auto
C 250 CDI Coupé – 51.880,32€ - Cx. Auto


Motores a Gasolina :
C 180 CGI Coupé – 41.035,60€ - Cx. Manual
C 180 CGI Coupé – 43.374,19€ - Cx. Auto
C 250 CGI Coupé – 48.589,07€ - Cx. Auto
C 350 CGI Coupé – 64.304,07€ - Cx. Auto
C 63 AMG Coupé – 116.708,97€ - Cx. Auto


(Elaborado com base no comunicado difundido pelo Departamento de Comunicação da Marca)

ENSAIO: Mercedes E 250 CGI BlueEFFICIENCY

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O Mercedes Classe E mede quase 5 metros de comprimento por 1,85 m de largura. Apesar destas dimensões é um carro particularmente fácil de dirigir, com boa capacidade de manobra e capaz de proporcionar grande visibilidade. No seu segmento coexistem modelos mais familiares e viaturas maioritariamente executivas ou destinadas a frotas governamentais. Trata-se de uma classe particularmente exigente onde coexistem modelos tradicionalmente mais jovens e desportivos, como o Audi A6 ou a série 5 da BMW, e outros, notoriamente para um consumidor de perfil mais conservador, como é o caso do Volvo S80 (ver AQUI).

Algures neste meio termo posiciona-se o Mercedes Classe E, embora pendendo, por tradição, para o lado mais conservador. Tanto assim que uma silhueta inconfundível o liga de imediato às criações da marca de Stuttgart, mesmo se com um traço mais ligeiro e dinâmico do que o seu antecessor. Interiormente o E é “todo” ele Mercedes: materiais nobres, revestimentos em pele de qualidade e o inevitável toque da madeira a dividir a parte superior da inferior do tablier. As linhas clássicas são acompanhadas no género por alguns instrumentos, como o grande relógio analógico no painel de instrumentos ou o sistema de som instalado de série, cujo rádio, para além do habitual FM, possui sintonia de ondas curtas, médias e longas. Mas tanto o restante design como a iluminação conciliam classe e modernidade, sem grandes alaridos.



Cómodo e espaçoso


Quem, de modo bastante confortável, se senta atrás do volante irá ver a típica estrela distintiva da marca, na extremidade do capot, e pode igualmente contar com uma boa visibilidade no que respeita aos ângulos dianteiros da viatura. Na direcção dianteira como nas manobras traseiras pode contar-se com o auxilio de sensores com indicação visual e sonora.
Espaçoso mas não exactamente familiar, o Classe E da Mercedes é bastante mais indicado para dois ocupantes traseiros. Existe mesmo a possibilidade de escolher uma forma de assento traseiro apenas destinado a dois passageiros. Com uma postura baixa, mas confortáveis, não existem então quaisquer constrangimentos de espaço.
A mala é ampla, 540 litros de capacidade. Alberga um pneu mais fino e, como seria de esperar, revestida com alcatifas convincentes. Mas não gostei do sistema de dobradiças em arco apesar destas dificilmente porem em causa a integridade da bagagem.


Atitude correcta


Uma coluna da direcção que acompanha correctamente qualquer afinação do banco do condutor e a caixa de velocidades automática são a combinação ideal quando se deseja um andamento mais tranquilo e descontraído, mas acompanha sem dificuldade qualquer postura mais enérgica quando a tentação é andar depressa.
O motor que equipa a versão ensaiada, apesar da pomposa designação 250 CGI, é um bloco 1.8 sobrealimentado e com intercooler, que lhe fazem disparar a potência para os 204 cv. Apesar da caixa automática de 7 velocidades, nem se pode dizer que o consumo médio de 10 litros, registado no final do ensaio, fosse particularmente exagerado. Até porque todo o conjunto tem um peso, em vazio, superior a 1650 kg. Esta caixa pode ser conduzida em modo sequencial de 4 e possui afinação para um tipo de condução mais familiar ou mais desportiva. O equipamento de série contempla patilhas no volante para selecção da caixa de velocidade.
O inédito tejadilho panorâmico,
interiormente dividido em 2 secções
e com uma simples tela protectora,
é um opcional que custa ??? euros.
O controlo de emissões decorrentes do sistema "BlueEFFICIENCY" (*) e o facto de, em Portugal, parte da carga fiscal incidir sobre a cilindrada, torna possível aceder a um Classe E, com estas extraordinárias capacidades dinâmicas, por menos de 55 mil euros. Mas é igualmente por responsabilidade da conjugação de funcionamento deste motor com um turbo de geometria variável, que torna possível conduzir um carro a gasolina com a sensação de estarem presentes duas (boas) características geralmente encontradas num a gasóleo: uma entrega cedo do binário e uma elasticidade que se mantém durante tempo suficiente para recuperar velocidade, sem trabalho esforçado da caixa de velocidades. O que, naturalmente, acaba por ter reflexo nos consumos.


Dados mais importantes
Preços desde
53.216 euros
Motor
1796 cc, 4 cil/16 V, 204 cv às 5500rpm, 300 Nm das 2000 às 4500 rpm, injecção directa, turbo, geometria variável, intercooler
Prestações
238 km/h, 7,8 seg. (0/100 km/h)
Consumos (médio/estrada/cidade)
8,0 / 6,4 / 10,6 litros
Emissões Poluentes (CO2)
179 a 187gr/km


(*) O Mercedes E 250 CGI BlueEFFICIENCY integra de série um conjunto de características com vista à redução de emissões de gases poluentes sem sacrifício das prestações do carro. A função "start & stop" pode ser instalada sem custos adicionais, mas aquilo que o sistema BlueEFFICIENCY propõe é uma aerodinâmica mais cuidada (com rebaixamento ligeiro do chassis e "spoilers" que resultam num dos melhores coeficientes de penetração ao vento), combinada com a menor resistência ao rolamento através de equipamento pneumático especifico. Existe ainda uma gestão aprimorada da energia fornecida pelo motor, um conjunto de alterações que, sem por em causa a fiabilidade do produto ou a segurança do comportamento, garantiu a homologação de emissões que conferem vantagens fiscais em diversos mercados.


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