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Análise: Produção Automóvel em Portugal durante o ano de 2013

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Entre Janeiro e Dezembro de 2013 foram produzidos em Portugal 154.016 veículos, um valor que representa uma quebra de 5,8 por cento face a 2012. Contudo, as 9440 unidades fabricadas no último mês do ano praticamente duplicam o número de unidades produzidas em Dezembro de 2012. A AutoEuropa continua a ser a fábrica com maior número de veículos a sair das linhas de montagem de Palmela (91.200), seguida pela fábrica do grupo PSA em Mangualde: 18.498. As marcas destas duas unidades fabris (VW e Seat no primeiro caso, Citröen e Peugeot no segundo) são também as que mais exportam, logo seguidas pela Mitsubishi Fuso Truck, no Tramagal. Seguem-se os quadros principais da produção automóvel em Portugal durante 2013. (LER MAIS)

ANÁLISE: Vendas de veículos automóveis em Portugal em 2013

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Entre veículos ligeiros e pesados, incluindo os comerciais ligeiros, venderam-se em Portugal, durante o ano de 2013, 126.684 unidades. Este valor representa um crescimento de 11,7% face ao ano anterior, muito impulsionado pela boa performance que o mercado começou a registar a partir de meados do ano anterior. A ponto de Dezembro de 2013 representar um crescimento de 44,6% face a idêntico período de 2012, seguramente um ano de má memória para as vendas de veículos automóveis em Portugal. Contudo, apesar dos sinais optimistas, estes valores ficam aquém dos melhores registados em anos anteriores a 2011, o que significa que o mercado está ainda abaixo do desejado e que o parque circulante de automóveis em Portugal continua a envelhecer. Mas vamos à tabela das vendas, sem surpresa liderada novamente pela Renault. (LER MAIS)

ANÁLISE: Balanço do primeiro semestre de 2013. Vendas e produção em Portugal e na Europa. Tabelas marca a marca.

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Em contraciclo com os 27 estados que constituem a União Europeia, as vendas de automóveis ligeiros em Portugal, durante o primeiro semestre de 2013, cresceram timidamente: mais 2,1 por cento face a igual período de 2012, enquanto a nível europeu, durante o mesmo período, se registou uma quebra de 6,6 por cento. O crescimento português pode não representar uma retoma do sector de actividade e resultar apenas de um ano de 2012 realmente mau para as vendas de automóveis em Portugal, conjugado com uma situação temporária de renovação de frotas. Contudo, é um sinal de esperança para todos os agentes deste mercado, fortemente apostados em dinamizar vendas com campanhas realmente agressivas de oferta de equipamento, redução de preços e condições únicas de retoma. Tudo isto para ultrapassar as dificuldades de acesso ao crédito e a falta de condições económicas ou de confiança que continua a existir da parte de muitos potenciais clientes. (PROSSEGUIR PARA O BALANÇO COMPLETO DAS VENDAS AUTOMÓVEIS EM PORTUGAL NO PRIOMEIRO SEMESTYRE DE 2013)

Desenvolvimentos da Aliança PSA Peugeot Citroën e General Motors: veículos em comum, novos motores e unidades industriais em mercados emergentes

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Na sequência do acordo cujos pormenores podem ser vistos neste texto, os dois construtores confirmaram que a sua Aliança Estratégica Global irá inicialmente abranger três projectos comuns de desenvolvimento de plataformas de veículos e a criação de uma organização conjunta de compras. Revelaram ainda a intenção de desenvolverem em conjunto uma próxima geração de pequenos motores a gasolina, económicos e de alta performance, bem como novos projectos de veículos e de iniciativas industriais na América Latina e noutros mercados emergentes. (PROSSEGUIR PARA A NOTÍCIA COMPLETA SOBRE O ACORDO ENTRE O GRUPO PSA E A GENERAL MOTORS)

Mapas e sistemas de navegação da TomTom passam a equipar Peugeot e Citröen

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A TomTom foi escolhida pelo grupo PSA -que agrupa as marcas Peugeot e Citroën – para ser a fornecedora oficial de conteúdos e serviços de navegação e localização destinados aos sistemas de informação e entretenimento da marca. A partir de 2015 os veículos destas duas marcas francesas passarão a dispor dos mapas e da tecnologia de informação de trânsito em tempo real HD Traffic, fornecidos por este conhecido fabricante de aparelhos e de software de navegação. (PROSSEGUIR PARA A NOTÍCIA COMPLETA)

Procura automóvel novo, usado ou acessórios? Quer saber mais sobre este ou sobre outro veículo?

ANÁLISE: Mercado automóvel português vai de “mal a pior” e a caminho do “salve-se quem puder”

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Pelo 5.º mês consecutivo, este ano, as vendas de automóveis em Portugal foram inferiores aos valores homólogos do ano anterior. Apesar de no mês de Maio ter existido um ligeiro aumento das vendas face a Abril, da ordem das 2200 unidades, os valores continuam a preocupar o sector e irão, certamente, implicar o fecho de mais concessionários. Mas o reflexo desta crise que se abate sobre todo o sector automóvel promete não ficar por aqui: não só não se vende como não se faz a manutenção periódica, deixa-se de ir à inspecção periódica e poupa-se em tudo, mesmo que, por causa de isso, se coloque em risco a segurança ou o ambiente.

ANÁLISE: A aliança PSA/General Motors, outros exemplos e razões para acontecer

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Em tempo de crise juntam-se esforços e concertam-se energias. O grupo francês PSA, detentor das marcas Peugeot e Citroën, e o gigante americano General Motors anunciaram a criação de uma Aliança estratégica mundial que assenta em dois pilares principais: partilha de plataformas de veículos, componentes e módulos e a criação de uma “joint-venture” de compras à escala mundial (para produtos e serviços), com um volume de compras combinado de 125 mil milhões de dólares. Trata-se de um movimento vulgar no sector automóvel que recrudesce em tempos de crise.

Vendas automóveis em Portugal descem abruptamente

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Como era de prever no actual contexto de crise económica, o sector automóvel começou a sofrer fortemente com as medidas de contenção a que muitos particulares e empresas foram sujeitos nos últimos meses. Em Janeiro foram vendidos apenas 9065 automóveis ligeiros de passageiros e comerciais ligeiros, o que representa uma forte redução de 42,2% face às vendas registadas em igual período do ano passado. É o valor mais baixo de venda de veículos em Portugal dos últimos 25 anos! O sector entrou em “estado de alerta” e, para sobreviver, necessita urgentemente de medidas de incentivo ao consumo.

Peugeot 5008: novas versões e mais equipamento a menor preço

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Novas versões, mais equipamento e preços de eleição são os predicados da gama 2012 deste modelo francês. Lançado em Novembro de 2009, o 5008 marcou a estreia da Peugeot no mundo nos monovolumes compactos, um segmento para quem procura um automóvel com vocação familiar, espaço e modularidade, mas também com uma condução acessível. Agora, para além de novo e melhor equipamento, beneficia de uma redução de preços que pode chegar aos 2100 euros. Tudo graças aos renovados motores, menos poluentes e mais económicos.

ENSAIO: Peugeot RCZ 156 e 200 cv

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Os franceses gostam de coisas requintadas. Todos os anos Paris pretende ditar a moda, impor uma “nouvelle cuisine” e expressões como “nouvelle vague” tornaram-se tão familiares e abrangentes, que hoje servem para caracterizar quase tudo o que aparece de inovador e diferente. Não sendo exactamente um conceito novo ou que venha contestar algo, o RCZ simboliza também uma nova etapa na vida da Peugeot. Para marcar ainda mais a diferença surge com um novíssimo e estilizado Leão estampado nas extremidades. Em Portugal foi recentemente eleito "o desportivo do ano". Mas mais importante do que este prémio foi o público tê-lo considerado o carro mais bonito do ano de 2009 e actualmente ser um dos coupés mais desejados pelos consumidores europeus.
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Se há mérito que pode ser atribuído ao construtor francês é o conceber desportivos bonitos e vistosos. É assim apesar de no passado — e até bem recentemente —, isso ficar a dever-se ao facto das linhas serem encomendadas a centros de design italianos.
Que neste campo são uma grande escola.
O RCZ assinala dois factos importantes. Por um lado é o primeiro veículo ligeiro da Peugeot que não utiliza números na sua designação. Por outro, assinala os 200 anos de presença industrial da marca do leão.
E este é, sem dúvida, um belo representante para o fazer.

Emoção visual
Vamos a factos. A primeira ideia é a de que o RCZ tem como seu grande rival o Audi TT. Não é bem assim. O RCZ é maior — e por isso consegue ser menos claustrofóbico —, mas é igualmente mais confortável, sem perder a agressividade natural que se deseja neste tipo de carros.
Tem ainda uma silhueta bastante mais fluida e elaborada. A começar pela ondulação do vidro do tejadilho (também pode ser em fibra de carbono), responsável por grande parte do preço do carro…
Essa característica vinca-lhe a identidade e principalmente a aerodinâmica.
Para ajudar a controlar a parte traseira do carro, o condutor pode accionar um pequeno deflector que se posiciona consoante a velocidade do veículo.


Emoção racional
Em Portugal, por força das limitações legais, este Leão não pode mostrar muito as suas garras. Ensaiado primeiramente na versão a gasolina 1.6 com 156 cv (preço a partir de pouco mais de 30 mil euros), consegue ser, ainda assim, um dos mais acessíveis dentro do género. Acessível em termos de custo, mas igualmente em matéria de condução, já que o comportamento se revela bastante intuitivo e as reacções são quase sempre previsíveis.
A fórmula encontrada para este incremento de potência é a mesma ensaiada para uma versão desportiva do Peugeot 308 Sport 1.6 THP/150 cv (VER AQUI), do qual, aliás, o RCZ herda muitos elementos. Um turbo de pequenas dimensões, injecção optimizada e programação electrónica servem para assegurar estes 156 cv, ou mesmo 200 cv quando lhe é adicionada a distribuição variável e incrementada a pressão do turbo.
Tecnologia que a marca francesa tem vindo a desenvolver em conjunto com a BMW, com a qual partilha este motor para o Mini.

Emoção física
Para se encontrar a dinâmica desejada é necessário manter o regime acima das 2500/3000 rpm. Em todo o caso pareceu-me que a versão de 200 cv encontrava resposta mais rápida em regimes mais baixos e não vi significativas variações de consumos numa condução mais descontraída e menos exigente. Acelerações bruscas despertam uma reacção enérgica do conjunto em qualquer dos casos, embora, pela razão atrás apontada, a resposta seja mais rápida na versão mais potente.
Como é natural.
Respondendo com saudável precisão às manobras do volante, o movimento preciso e ágil da carroçaria, revela uma suspensão desportiva dinâmica, capaz de garantir não apenas a necessária segurança, como de transmitir a sempre ansiada sensação desportiva. A caixa, suave e precisa, proporciona até à quinta velocidade desenvoltura para o fazer, enquanto que a sexta se mostra claramente orientada para a poupança. Se a preocupação for essa, saiba que, apesar dos seus 156 cv, o RCZ é capaz de estabelecer uma média próxima dos 8 litros, mesmo que insista em acelerar um pouco ou se circule um pouco mais em cidade. A versão de 200 cv eleva menos de meio litro em relação a este valor.
Evidente que para tanto contribui a propalada fluidez aerodinâmica (ajudada por um centro de gravidade baixo), mas também o peso, pouco mais de 1300 Kg. Há contudo que dizer que a partir dos 100/120 km os consumos vão subindo de forma notória apesar da sexta velocidade.

Emoção real

Como características interiores, o RCZ presenteia o piloto com um posto de condução quase perfeito, auxiliado por umas belas “baquets” dianteiras e pela posição correcta dos pedais.
Realce para a presença de um auxiliar do arranque em percurso inclinado para facilitar a manobra do “ponto de embraiagem”.
Com a tipologia 2+2, que geralmente indica mais dois lugares meramente acessórios, o RCZ não foge muito à regra; aqui o espaço ressente-se naturalmente com as necessidades dos ocupantes da frente, além da forte inclinação do vidro traseiro desaconselhar o transporte de passageiros com maior estatura.
A capacidade da mala é contudo muito boa para o género (321 l), deixando adivinhar a possibilidade do RCZ vir a conhecer uma versão com capota retráctil. Parte do ganho é obtido à custa da ausência de pneu suplente (substituído por kit e bomba de ar), embora exista espaço para um de pequenas dimensões. O seu acesso é bastante prático devido à volumetria da abertura e os acabamentos de boa conta. O banco traseiro pode rebater aumentando significativamente o espaço de carga e permitindo transportar objectos mais longos.
No restante, boa visibilidade, excepto a condicionada pela inclinação e largura dos pilares dianteiros. Como é típico neste género de coupés, estes pilares e a altura ao solo condicionam em parte o acesso ao habitáculo, obrigando a uma certa ginástica a entrar ou a sair.
Os comandos estão colocados de forma acessível e bastante intuitiva. Alguns são por demais conhecidos de outros modelos. A qualidade de construção interior é elevada e pressente-se o recurso a materiais de qualidade. A versão de 200 cv ensaiada tinha o tablier inteiramente forrado a pele cozida (+ 3025 euros), inclusive sobre a zona do airbag para passageiro, conferindo um bonito efeito e muito boa aparência. Bancos em couro importam em 2320 euros. Apesar da altura do conjunto, o banco do condutor dispõe de regulação. Existem pequenos espaços entre os assentos e o porta-luvas, com ar condicionado, permite transportar uma garrafa de 1,5 litros.
Em manobra é ajudado por sensores de estacionamento, úteis por causa da menor percepção dos limites da carroçaria: o RCZ tem guarda lamas salientes e uma frente afunilada.

Dados mais importantes
Preços desde 30500 € / 33500 €
Motores
 1598 cc, 16 V, turbocompressor, intercooler
156 cv às 6000 rpm., 240 Nm às 1400 rpm
200 cv às 5800 rpm., 274 Nm às 1770 rpm
Prestações
215 km/h, 8,3 seg. 
235 km/h, 7,6 seg. (0/100 km/h)
Consumos (médio/estrada/cidade)
 6,7 / 5,2 / 9,3 litros
6,9 / 5,6 / 9,1 litros
Emissões Poluentes (CO2)155 / 159 g/km



Tracção total e maior economia

Uma das grandes novidades do RCZ, que começou a vida como um protótipo desenhado para se exibir em salões automóveis, é vir em breve a dispor de uma variante híbrida, com motor eléctrico de 37 cv acoplado às rodas traseiras. Juntamente com um motor convencional de tracção dianteira, o RCZ HYbrid4 será não apenas uma versão de tracção integral como garantirá uma maior economia de consumos.

Outros modelos Peugeot recentemente ensaiados:

Peugeot RCZ

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Os franceses são um povo que gosta de coisas requintadas. Todos os anos Paris pretende ditar a moda, impor uma “nouvelle cuisine” e expressões como “nouvelle vague” tornaram-se tão familiares e abrangentes, que hoje servem para caracterizar quase tudo o que aparece de inovador e diferente. Não sendo exactamente um conceito novo ou que venha contestar algo, o RCZ simboliza também uma nova etapa na vida da Peugeot. Para marcar ainda mais a diferença surge com um novíssimo e estilizado Leão estampado nas extremidades. Em Portugal foi recentemente eleito "o desportivo do ano". Mas mais importante do que este prémio foi o público tê-lo considerado o carro mais bonito do ano de 2009 e actualmente ser um dos coupés mais desejados pelos consumidores europeus.
l

Se há mérito que pode ser atribuído ao construtor francês é o conceber desportivos bonitos e vistosos. É assim apesar de no passado — e até bem recentemente —, isso ficar a dever-se ao facto das linhas serem encomendadas a centros de design italianos.
Que neste campo são uma grande escola.
O RCZ assinala dois factos importantes. Por um lado é o primeiro veículo ligeiro da Peugeot que não utiliza números na sua designação. Por outro, assinala os 200 anos de presença industrial da marca do leão.
E este é, sem dúvida, um belo representante para o fazer.

Emoção visual
Vamos a factos. A primeira ideia é a de que o RCZ tem como seu grande rival o Audi TT. Não é bem assim. O RCZ é maior — e por isso consegue ser menos claustrofóbico —, mas é igualmente mais confortável, sem perder a agressividade natural que se deseja neste tipo de carros.
Tem ainda uma silhueta bastante mais fluida e elaborada. A começar pela ondulação do vidro do tejadilho (também pode ser em fibra de carbono), responsável por grande parte do preço do carro…
Essa característica vinca-lhe a identidade e principalmente a aerodinâmica.
Para ajudar a controlar a parte traseira do carro, o condutor pode accionar um pequeno deflector que se posiciona consoante a velocidade do veículo.


Emoção racional
Em Portugal, por força das limitações legais, este Leão não pode mostrar muito as suas garras. Ensaiado primeiramente na versão a gasolina 1.6 com 156 cv (preço a partir de pouco mais de 30 mil euros), consegue ser, ainda assim, um dos mais acessíveis dentro do género. Acessível em termos de custo, mas igualmente em matéria de condução, já que o comportamento se revela bastante intuitivo e as reacções são quase sempre previsíveis.
A fórmula encontrada para este incremento de potência é a mesma ensaiada para uma versão desportiva do Peugeot 308 Sport 1.6 THP/150 cv (VER AQUI), do qual, aliás, o RCZ herda muitos elementos. Um turbo de pequenas dimensões, injecção optimizada e programação electrónica servem para assegurar estes 156 cv, ou mesmo 200 cv quando lhe é adicionada a distribuição variável e incrementada a pressão do turbo.
Tecnologia que a marca francesa tem vindo a desenvolver em conjunto com a BMW, com a qual partilha este motor para o Mini.

Emoção física
Para se encontrar a dinâmica desejada é necessário manter o regime acima das 2500/3000 rpm. Em todo o caso pareceu-me que a versão de 200 cv encontrava resposta mais rápida em regimes mais baixos e não vi significativas variações de consumos numa condução mais descontraída e menos exigente. Acelerações bruscas despertam uma reacção enérgica do conjunto em qualquer dos casos, embora, pela razão atrás apontada, a resposta seja mais rápida na versão mais potente.
Como é natural.
Respondendo com saudável precisão às manobras do volante, o movimento preciso e ágil da carroçaria, revela uma suspensão desportiva dinâmica, capaz de garantir não apenas a necessária segurança, como de transmitir a sempre ansiada sensação desportiva. A caixa, suave e precisa, proporciona até à quinta velocidade desenvoltura para o fazer, enquanto que a sexta se mostra claramente orientada para a poupança. Se a preocupação for essa, saiba que, apesar dos seus 156 cv, o RCZ é capaz de estabelecer uma média próxima dos 8 litros, mesmo que insista em acelerar um pouco ou se circule um pouco mais em cidade. A versão de 200 cv eleva menos de meio litro em relação a este valor.
Evidente que para tanto contribui a propalada fluidez aerodinâmica (ajudada por um centro de gravidade baixo), mas também o peso, pouco mais de 1300 Kg. Há contudo que dizer que a partir dos 100/120 km os consumos vão subindo de forma notória apesar da sexta velocidade.

Emoção real

Como características interiores, o RCZ presenteia o piloto com um posto de condução quase perfeito, auxiliado por umas belas “baquets” dianteiras e pela posição correcta dos pedais.
Realce para a presença de um auxiliar do arranque em percurso inclinado para facilitar a manobra do “ponto de embraiagem”.
Com a tipologia 2+2, que geralmente indica mais dois lugares meramente acessórios, o RCZ não foge muito à regra; aqui o espaço ressente-se naturalmente com as necessidades dos ocupantes da frente, além da forte inclinação do vidro traseiro desaconselhar o transporte de passageiros com maior estatura.
A capacidade da mala é contudo muito boa para o género (321 l), deixando adivinhar a possibilidade do RCZ vir a conhecer uma versão com capota retráctil. Parte do ganho é obtido à custa da ausência de pneu suplente (substituído por kit e bomba de ar), embora exista espaço para um de pequenas dimensões. O seu acesso é bastante prático devido à volumetria da abertura e os acabamentos de boa conta. O banco traseiro pode rebater aumentando significativamente o espaço de carga e permitindo transportar objectos mais longos.
No restante, boa visibilidade, excepto a condicionada pela inclinação e largura dos pilares dianteiros. Como é típico neste género de coupés, estes pilares e a altura ao solo condicionam em parte o acesso ao habitáculo, obrigando a uma certa ginástica a entrar ou a sair.
Os comandos estão colocados de forma acessível e bastante intuitiva. Alguns são por demais conhecidos de outros modelos. A qualidade de construção interior é elevada e pressente-se o recurso a materiais de qualidade. A versão de 200 cv ensaiada tinha o tablier inteiramente forrado a pele cozida (+ 3025 euros), inclusive sobre a zona do airbag para passageiro, conferindo um bonito efeito e muito boa aparência. Bancos em couro importam em 2320 euros. Apesar da altura do conjunto, o banco do condutor dispõe de regulação. Existem pequenos espaços entre os assentos e o porta-luvas, com ar condicionado, permite transportar uma garrafa de 1,5 litros.
Em manobra é ajudado por sensores de estacionamento, úteis por causa da menor percepção dos limites da carroçaria: o RCZ tem guarda lamas salientes e uma frente afunilada.

Dados mais importantes
Preços desde 30500 € / 33500 €
Motores
 1598 cc, 16 V, turbocompressor, intercooler
156 cv às 6000 rpm., 240 Nm às 1400 rpm
200 cv às 5800 rpm., 274 Nm às 1770 rpm
Prestações
215 km/h, 8,3 seg. 
235 km/h, 7,6 seg. (0/100 km/h)
Consumos (médio/estrada/cidade)
 6,7 / 5,2 / 9,3 litros
6,9 / 5,6 / 9,1 litros
Emissões Poluentes (CO2)155 / 159 g/km



Tracção total e maior economia

Uma das grandes novidades do RCZ, que começou a vida como um protótipo desenhado para se exibir em salões automóveis, é vir em breve a dispor de uma variante híbrida, com motor eléctrico de 37 cv acoplado às rodas traseiras. Juntamente com um motor convencional de tracção dianteira, o RCZ HYbrid4 será não apenas uma versão de tracção integral como garantirá uma maior economia de consumos.

Outros modelos Peugeot recentemente ensaiados:

Sistemas de Escape:

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Protecção do ambiente



Servem para conduzir os gases resultantes do ciclo da combustão de gasolina ou gasóleo no interior do motor de um automóvel. No inicio, a preocupação era fazer diminuir o barulho, embora o seu papel e a sua importância sejam o de não piorar o ar que respiramos.

Muito se tem falado aqui sobre o impacto que normas ambientais mais rigorosas provocam sobre o sector da indústria automóvel. O que talvez a maioria dos nossos leitores não saiba é que, por causa disso, determinados sistemas de escape, completos, chegam a custar mais de dois mil euros.
O aumento do trânsito automóvel
avolumou a emissão de gases nocivos para a saúde
Claro está que nos referimos a conjuntos que englobam não apenas a tubagem e a panela ou silenciador, como antigamente sucedia, mas também o catalisador e vários retentores ou filtros de partículas, que praticamente transformam o gás resultante da combustão em mero dióxido de carbono.
A título de exemplo, o primeiro filtro de partículas para motores diesel surgiu em 2000. A Tenecco, empresa norte-americana que sob a marca Walker é líder no fabrico deste género de equipamento, desenvolveu-o em parceria com o grupo PSA, para equipar carros deste construtor como o Citroën C5 ou o Peugeot 406. Dez anos depois está disponível em praticamente todas as grandes marcas de veículos.
Passou mesmo a ser comercializado no mercado de acessórios, podendo, em determinados casos, substituir sistemas de exaustão mais antigos.

Como funcionam

Para que os leitores possam perceber do que estamos a falar, um técnico da Walker ajuda a explicar, de uma forma muito sintética, a sua tarefa no ciclo de funcionamento do motor de um automóvel. “O gás da combustão e os resíduos presentes no combustível, cumprida a sua função no motor, são libertados para uma tubagem ao longo da qual existem um mais 'depósitos'. Nesses 'depósitos' acumulam-se as partículas nocivas para o ambiente e para a saúde das pessoas (algumas cancerígenas) que, através de um aumento provocado da temperatura, são queimadas (incineradas) e desta forma eliminadas”.
Um sistema actual é bastante evoluído
e não dispensa o recurso à electrónica
Esse processo a que se chama “regeneração”, do qual se pretende que resulte simplesmente dióxido de carbono, justifica a crescente electrónica que passou a estar associada a um sistema que, no início, não era mais um aglomerado de tubos, chapa e por vezes até amianto, uma fibra mineral altamente cancerígena e por isso proibida há largos anos. Os sistemas actuais recorrem ainda ao uso de materiais mais nobres (e mais caros), que esse aumento da tecnologia implica.
Inicialmente com um período de vida de cerca de 80 a 120 mil quilómetros – do uso do veículo em cidade, em distâncias curtas e com pouco aquecimento do motor, ou em estrada, com viagens mais prolongadas e regimes mais elevados, vai depender a sua longevidade —, os sistemas mais modernos irão poder durar a vida inteira de um automóvel, necessitando apenas de manutenção simples.

Sistemas de Escape:

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Protecção do ambiente



Servem para conduzir os gases resultantes do ciclo da combustão de gasolina ou gasóleo no interior do motor de um automóvel. No inicio, a preocupação era fazer diminuir o barulho, embora o seu papel e a sua importância sejam o de não piorar o ar que respiramos.

Muito se tem falado aqui sobre o impacto que normas ambientais mais rigorosas provocam sobre o sector da indústria automóvel. O que talvez a maioria dos nossos leitores não saiba é que, por causa disso, determinados sistemas de escape, completos, cheguem a custar mais de dois mil euros.
Claro está que nos referimos a conjuntos que englobam não apenas a tubagem e a panela ou silenciador, como antigamente sucedia, mas também o catalisador e vários retentores ou filtros de partículas, que praticamente transformam o gás resultante da combustão em mero dióxido de carbono.
A título de exemplo, o primeiro filtro de partículas para motores diesel surgiu em 2000. A Tenecco, empresa norte-americana que sob a marca Walker é líder no fabrico deste género de equipamento, desenvolveu-o em parceria com o grupo PSA, para equipar carros deste construtor como o Citroën C5 ou o Peugeot 406. Dez anos depois está disponível em praticamente todas as grandes marcas de veículos.
Passou mesmo a ser comercializado no mercado de acessórios, podendo, em determinados casos, substituir sistemas de exaustão mais antigos.

Como funcionam

O aumento do trânsito automóvel
avolumou a emissão de gases nocivos para a saúde
Para que os leitores possam perceber do que estamos a falar, pedimos a colaboração de um técnico da Walker para explicar, de uma forma muito simples, como se desenrola o seu ciclo de funcionamento num automóvel. “O gás da combustão e os resíduos presentes no combustível, cumprida a sua função no motor, são libertados para uma tubagem ao longo da qual existem um mais 'depósitos'. Nesses 'depósitos' acumulam-se as partículas nocivas para o ambiente e para a saúde das pessoas (algumas cancerígenas) que, através de um aumento provocado da temperatura, são queimadas (incineradas) e desta forma eliminadas”.
Esse processo a que se chama “regeneração”, do qual se pretende que resulte simplesmente dióxido de carbono, justifica a crescente electrónica que passou a estar associada a um sistema que no início não era mais um aglomerado de tubos, chapa e por vezes até amianto, uma fibra mineral altamente cancerígena e por isso proibida há largos anos. Os sistemas actuais recorrem ainda ao uso de materiais mais nobres (e mais caros), que esse aumento da tecnologia implica.
Um sistema de escape actual é bastante evoluído e não dispensa o recurso à electrónica
Inicialmente com um período de vida de cerca de 80 a 120 mil quilómetros – do uso do veículo em cidade, em distâncias curtas e com pouco aquecimento do motor, ou em estrada, com viagens mais prolongadas e regimes mais elevados, vai depender a sua longevidade -, os sistemas mais modernos irão poder durar a vida inteira de um automóvel, necessitando apenas de manutenção simples.

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