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ANÁLISE: Conheça os melhores carros segundo o estudo americano de qualidade J.D. Power 2014

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- Os dois estudos foram realizados pela prestigiada JD Power, uma consultora americana de pesquisa e análise da satisfação do cliente, qualidade do produto e comportamento do comprador
- O estudo de qualidade inicial da J.D.Power (IQS) analisa os problemas relatados pelos proprietários nos primeiros 90 dias de compra do veículo. O último estudo foi divulgado em Junho de 2014
- O estudo de confiança (VDS) realizado anualmente analisa os problemas registados nos últimos 12 meses pelos proprietários de veículos com três anos. Inclui a pesquisa de 202 potenciais problemas em todas as áreas do veículo
- De ambos os estudos, a empresa conclui que a introdução de novas e mais sofisticadas tecnologias foram a fonte geradora do aumento de problemas face a estudos anteriores
- O estudo alerta também que a necessidade de redução de combustível não deve comprometer a qualidade
- Por segmento, conheça quais os modelos melhor classificados que também estão à venda na Europa (LER MAIS)

ANÁLISE: Vendas de veículos automóveis em Portugal em 2013

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Entre veículos ligeiros e pesados, incluindo os comerciais ligeiros, venderam-se em Portugal, durante o ano de 2013, 126.684 unidades. Este valor representa um crescimento de 11,7% face ao ano anterior, muito impulsionado pela boa performance que o mercado começou a registar a partir de meados do ano anterior. A ponto de Dezembro de 2013 representar um crescimento de 44,6% face a idêntico período de 2012, seguramente um ano de má memória para as vendas de veículos automóveis em Portugal. Contudo, apesar dos sinais optimistas, estes valores ficam aquém dos melhores registados em anos anteriores a 2011, o que significa que o mercado está ainda abaixo do desejado e que o parque circulante de automóveis em Portugal continua a envelhecer. Mas vamos à tabela das vendas, sem surpresa liderada novamente pela Renault. (LER MAIS)

ANÁLISE: Vendas automóveis em Portugal ultrapassam as 100 mil unidades

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Há sensivelmente meio ano que o mercado automóvel cresce em Portugal e foram já largamente ultrapassadas as 100 mil unidades vendidas no nosso País durante os primeiros onze meses de 2013. O crescimento das vendas de automóveis ligeiros neste período foi de 9 por cento em relação a 2012, cifrando-se em 111.817 unidades entre ligeiros de passageiros e comerciais. Se bem que, comparativamente a 2012, os números obtidos em Novembro de 2013 tenham representado um crescimento mais impressionante, da ordem dos 23,9 por cento, respeitantes a 10.965 veículos vendidos. Embora, como alerta a ACAP, estes valores, apesar de mais elevados, continuam abaixo dos registados em anos anteriores a 2012, altura em que o mercado automóvel português sofreu uma forte contracção das vendas. Vamos então à análise dos números e do sobe e desce das marcas. (LER +)

ANÁLISE: Mercado Automóvel em Portugal continua a crescer. Mas...

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O sector das vendas de automóveis em Portugal continua a dar sinais de recuperação. Com um crescimento de 5,7% nos primeiros nove meses do ano, em Setembro de 2013, à semelhança do que aconteceu nos três meses anteriores, o mercado nacional registou uma variação homóloga de 14,7 por cento, tendo sido comercializados 8.826 veículos ligeiros e pesados. Até 30 de Setembro, foram vendidos em Portugal 91.782 veículos automóveis, quase 5000 unidades a mais do que em igual período de 2012, o pior ano de vendas dos últimos 27. Acompanhe o sobe e desce das marcas e descubra quem mais vende em Portugal através dos habituais quadros com o número de unidades comercializadas. (PROSSEGUIR PARA A LEITURA DA ANÁLISE DETALHADA ÀS VENDAS AUTOMÓVEIS EM PORTUGAL)

ANÁLISE: Balanço do primeiro semestre de 2013. Vendas e produção em Portugal e na Europa. Tabelas marca a marca.

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Em contraciclo com os 27 estados que constituem a União Europeia, as vendas de automóveis ligeiros em Portugal, durante o primeiro semestre de 2013, cresceram timidamente: mais 2,1 por cento face a igual período de 2012, enquanto a nível europeu, durante o mesmo período, se registou uma quebra de 6,6 por cento. O crescimento português pode não representar uma retoma do sector de actividade e resultar apenas de um ano de 2012 realmente mau para as vendas de automóveis em Portugal, conjugado com uma situação temporária de renovação de frotas. Contudo, é um sinal de esperança para todos os agentes deste mercado, fortemente apostados em dinamizar vendas com campanhas realmente agressivas de oferta de equipamento, redução de preços e condições únicas de retoma. Tudo isto para ultrapassar as dificuldades de acesso ao crédito e a falta de condições económicas ou de confiança que continua a existir da parte de muitos potenciais clientes. (PROSSEGUIR PARA O BALANÇO COMPLETO DAS VENDAS AUTOMÓVEIS EM PORTUGAL NO PRIOMEIRO SEMESTYRE DE 2013)

ANÁLISE: Mercado automóvel em Portugal e na Europa nos primeiros meses de 2013

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De Janeiro ao final de Maio de 2013 foram vendidos em Portugal 49.248 veículos automóveis, o que representou uma ligeira queda de 1,4 por cento relativamente ao período homólogo de 2012. O mês de Maio de 2013 registou uma contracção de 4,2 por cento face a idêntico período do mês anterior, tendo sido comercializados 11.664 veículos ligeiros e pesados. A nível europeu, os quatro primeiros meses do ano significaram uma redução de 7,1%, apesar da ligeira recuperação de 1,7% no mês de Abril, quando comparado com as vendas de Abril de 2012. Foi a primeira vez que o mercado europeu cresceu desde Setembro de 2011, incluindo aqui ao lado, em Espanha. Regressando a Portugal, a Renault continua a ser a marca mais vendida no total de ligeiros e está entre as três melhores entre os comerciais pesados de passageiros ou mercadorias. Destaque para a brilhante 5.ª posição da Mercedes, graças aos valores obtidos com as vendas dos comerciais ligeiros, segmento onde a Peugeot e a Citröen preenchem o pódio das vendas, logo atrás da Renault. Tudo isto analisado e acompanhado pelas principais tabelas de vendas, já a seguir. (PROSSEGUIR PARA A ANÁLISE ÀS VENDAS AUTOMÓVEIS EM PORTUGAL E NA EUROPA NOS PRIMEIROS MESES DE 2013)

Grupo Hyundai/Kia irá utilizar Google Maps nos seus automóveis

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A construtora coreana de automóveis e a empresa tecnológica Google estabeleceram uma parceria para o uso do software de navegação “Google Maps” e “Google Places” nos próximos veículos das marcas Hyundai e Kia. Os serviços desenvolvidos pela Google integrarão os sistemas de navegação e entretenimento de novos veículos da Kia e da Hyundai e permitirão, entre outras funções, o uso de comandos de voz para realizar buscas de locais ou pontos de interesse (POI) como hotéis, restaurantes, serviços de emergência ou de assistência em viagem. O primeiro veículo a estrear a integração do sistema de entretenimento e navegação da Hyundai com o Google Maps será o Kia Sorento (MY 2014), cujo lançamento deverá ocorrer em 2013. (PROSSEGUIR PARA A NOTÍCIA COMPLETA SOBRE A PARCERIA ENTRE A GOOGLE E O GRUPO AUTOMÓVEL HYUNDAI)

Procura automóvel novo, usado ou acessórios? Quer saber mais sobre este ou sobre outro veículo?

Hyundai na ACEA, Associação Europeia de Construtores Automóveis

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Desde 1 de Janeiro de 2012 a Hyundai passou a fazer parte da ACEA - Associação Europeia de Construtores Automóveis -, juntando-se assim a 17 outros construtores naquela associação de fabricantes de automóveis, camiões e autocarros. Esta organização permite que os fabricantes de veículos na região participem na formação política da União Europeia automóvel e contribui na divulgação de informações da indústria para o grande público. Entre os seus membros contam-se a Volkswagen AG, a General Motors Europa, a Ford da Europa, FIAT SpA, Daimler AG e BMW AG.

Apresentação: novo Hyundai i30

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Com estreia mundial no Salão de Frankfurt 2011, a nova geração i30, o primeiro modelo da marca coreana desenvolvido e desenhado na Europa, ganha uma nova frente e uma silhueta com uma linha de cintura mais musculada. O resultado é realmente fantástico e merece ser apreciado nas imagens que se seguem.


Até meados deste ano o Hyundai i30 acumulou vendas superiores às 350 mil unidades, 115 mil das quais só em 2010.
Foi o primeiro Hyundai a receber as cinco estrelas EuroNCAP.
Ver AQUI o resultado do ensaio feito ao Hyundai i30 1.6 CRDi.
Tal como a anterior geração, a próxima manterá a garantia “5 Anos Tripla Confiança”, que oferece cinco anos de garantia ilimitada, cinco anos de assistência em viagem gratuita e cinco anos de verificações anuais grátis.

ENSAIO: Hyundai ix20 Blue 1.4 CRDi Style/90cv

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O Hyundai ix20 é um dos melhores automóveis citadinos com ambições familiares actualmente disponíveis no mercado português. A sua forma compacta beneficia a facilidade de condução, mas as dimensões exteriores escondem uma habitabilidade surpreendente, reforçada pela modularidade do banco traseiro. Mas não só. A qualidade superior de construção e uma oferta suficientemente ampla de motores e equipamento, capazes de contentarem múltiplos interesses e vontades, permitem ao ix20, disponível a partir dos 15 mil euros na versão a gasolina e 18 500 com a motorização a gasóleo, contribuir para a consolidação da boa imagem de marca que a Hyundai já dispõe em Portugal e um pouco por toda a Europa.

Fabricado na República Checa e concebido a pensar no mercado europeu, o ix20 é um monovolume compacto que disponibiliza uma excelente habitabilidade, bons acessos, grande capacidade da mala e motores equilibrados para a categoria.
Obviamente que estas considerações sobre a habitabilidade estão relacionadas com as dimensões exteriores: apenas 4,1 metros de comprimento por cerca de 1,75 de largura. Esta última dimensão, a par da modularidade do banco traseiro, que corre sobre calhas, permitem ao pequeno ix20 ombrear em espaço com alguns familiares médios, proporcionando ainda uma mala que pode chegar aos 440 litros.
A bagageira contempla a possibilidade de fixar a chapeleira em mais do uma posição. Sob o piso, existe um pneu suplente de dimensões reduzidas.

Jovem e tecnológico


Em geral, a qualidade de construção é muito satisfatória. Não apenas os materiais aparentam solidez, como denota um grande cuidado nos acabamentos e na funcionalidade. Quer seja através da colocação dos comandos, acessíveis e intuitivos, como pela disponibilidade de pequenos espaços, em número suficiente, para os ocupantes da frente.
Existem as habituais ligações para entradas auxiliares de som e porta USB. Pode levar sistema de navegação e uma câmara traseira com visualização neste ecrã. Ou, como acontece noutros modelos do grupo, a visualização das imagens captadas por esta câmara são visíveis numa parte do espelho interior.
Atrás o espaço é francamente bom para a colocação das pernas. Mesmo 3 ocupantes, desde que não muito avantajados, poderão fazer a viagem com relativo conforto. Não apenas porque a largura é boa para a classe a que pertence o Hyundai ix20, mas efectivamente por obra da deslocação longitudinal do respectivo banco e do facto de não existir túnel central.



Conforto e condução

No capítulo da comodidade, apenas me desagradou a volumetria exagerada dos encostos de cabeça dianteiros. Isto condiciona uma melhor postura do condutor e acompanhante.

A jovialidade das linhas e do conceito, bem como a luminosidade do interior eram reforçadas, no modelo ensaiado, pela existência de um tejadilho duplo e panorâmico em vidro. Uma protecção retráctil em rede protege os ocupantes do sol.
Já em matéria de condução, o Hyundai ix20 proporciona, com esta versão diesel de 90 cv, um motor relativamente económico e com alguma capacidade de aceleração.
Há que dizer que não se trata de um carro leve. O ix20 pesa em vazio quase tonelada e meia e, apesar do trabalho aerodinâmico, o conjunto apresenta alguma altura. Por outro lado, a caixa de velocidades denota preocupações de economia, que se reflectiram num consumo médio, no final do ensaio, de 6,2 litros.
Não é mau mas também não espanta demasiado.

Motor momentaneamente “puxado”

É verdade que quando se anunciam 90 cv se espera poder puxar um pouco mais do que na variante, do mesmo motor, de apenas 75. Mas quando se olha para a própria tabela de características fornecida pelo construtor, descobre-se que os restantes valores são muito idênticos. É que o acréscimo de potência é pontual e momentâneo, acabando por não se reflectir por ai além sobre o seu desempenho.
Todas as versões, exceptuado a equipada com o motor a gasolina 1.6, são “Blue Drive”. Encontram-se portanto dotadas do sistema “stop & go”, pneus de baixo atrito e um conjunto de alterações com vista a reduzir consumos e emissões. Que conferem ao modelo uma postura ainda mais familiar, de acordo com a sua real vocação.
Vocação também denunciada pelo seu comportamento. Efectivamente, o ix20, é um carro agradável de conduzir, com uma excelente caixa de seis velocidades e bastante cómodo de manobrar. Possui agilidade, ligeireza de manobra e ainda proporciona muita visibilidade graças à ampla superfície lateral vidrada. Potenciada, quando é o caso, pela existência de sensores e da câmara traseira com imagens no retrovisor.
É um facto que adorna um pouco em curva, sensação acentuada pela colocação um pouco mais elevada dos bancos. Mas não oferece preocupações no que toca à estabilidade e, de um modo geral, a suspensão revela-se bastante competente. Quer no que concerne ao comportamento como quanto ao conforto que realmente proporciona aos ocupantes. Há apenas que contar com algum ruído do motor em determinados regimes.
Mais informações e impressões sobre este modelo ou sobre versões do Kia Venga, marca que também faz parte do grupo Hyundai, podem ser encontradas nos links abaixo.

* APRESENTAÇÃO: Hyundai ix20
* ENSAIO: Kia Venga 1.4 CRDi EcoDynamics
* ENSAIO: Kia Venga 1.4 CVVT/90 cv



Dados mais importantes
Preços da versão Style c/90 cv22 750 euros (*) 
Motor
1396 cc, 16 V, 90 cv às 4000rpm, 220 Nm das 1750 às 2750 rpm, turbo, intercooler com injecção common rail
Prestações
167 km/h, 14,5 seg. (0/100 km/h)
Consumos (médio/estrada/cidade)
4,3 / 4,2 / 4,7 litros
Emissões Poluentes (CO2)114 gr/km

(*) acrescem Despesas de preparação, averbamento, transporte, pintura metalizada e SGPU)


Mais modelos Hyundai recentemente ensaiados:

APRESENTAÇÃO: Hyundai i40

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Modelo de topo da Hyundai na Europa e, por isso, embaixador da marca para os próximos anos, tal como o ix35, este i40 visa atrair novos clientes para os espaços de venda da Hyundai. Desenhado, concebido e especialmente destinado ao mercado europeu, está finalmente disponível em Portugal. O sucessor do mal-amado Sonata surge, numa primeira fase, apenas na versão carrinha, seguindo-se o sedan de quatro portas no início do próximo ano. Preços a partir de 24 mil euros.

ENSAIO: Hyundai ix35 2.0 CRDi/184cv (4x4)

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Apesar da tracção integral e de, no caso em apreço, bloqueio do diferencial e ajuda em declive, ao Hyundai ix35 4x4 faltam-lhe distância ao solo e suspensão à altura de transmitir confiança quando o piso se torna demasiado irregular. No primeiro caso, os cerca de 17 centímetros são escassos, no segundo, embora a suspensão tenha ganho firmeza nesta versão, não fica assegurada a integridade geral do conjunto. Não obstante o ix35 ultrapassou com distinção um percurso de terra mais ou menos firme e algumas poças de lama e a falta de tracção, quando se verificou, foi também culpa dos pneus de estrada que o equipam.


Os veículos conhecidos como SUV surgiram como uma alternativa mais “civilizada” aos tradicionais veículos de todo-o-terreno que começaram a popularizar-se na Europa em meados dos anos 80. Mais compactos e mais fáceis de conduzir, conservam algumas características intrínsecas como a tracção integral e, nalguns casos, as ditas “redutoras”, acrescentando conforto e muito mais equipamento do que os ditos “jipes” que, além de espartanos, sofriam ainda geralmente da falta de insonorização.
Não faltam os gadgets mais actuais
como a ficha para o i-pod
A vaga mais recente de modelos deste tipo vai ainda mais longe e fá-los aproximarem-se ainda mais das berlinas ditas familiares. Isto em desfavor das capacidades que poderiam ter para circular com as rodas fora do alcatrão e ultrapassarem obstáculos mais complicados.


Na estrada


Onde o ix35 mostra sem dúvida maior competência é no alcatrão. Aí revela-se bem mais à-vontade, sendo bastante despachado e até mesmo muito mais possante de dirigir do que a versão com apenas duas rodas motrizes. Não porque tenha circulado com tracção total, que é de engrenagem automática, antes porque uma suspensão mais firme inspira maior tranquilidade em velocidades elevadas e na abordagem de curvas. Sendo que isso não implicou qualquer concessão ao conforto. Bem pelo contrário; o conjunto balança menos e os bancos, com excelente apoio, ajudam em muito a amortecer as irregularidades do piso.
Ambiente luminoso. Existe indicador
que aconselha o momento certo
para trocar de mudança 
Deste motor, já conhecido da versão com duas rodas motrizes, pode afirmar-se que não desilude quaisquer expectativas. “Redondo” e com o binário numa faixa relativamente ampla de regime, só não corresponde mais fora do alcatrão e em inclinações significativamente acentuadas, devido às já referidas dificuldades de tracção. De resto, em estrada (ou fora dela desde que o piso seja aceitável), garante um bom desempenho. Em grande parte auxiliado por uma caixa de seis velocidades, precisa e bem escalonada, que faz o que pode para assegurar consumos médios não muito além dos 8 litros.


No interior


Quanto ao habitáculo, tanto a qualidade dos materiais como a funcionalidade denunciam a intenção de satisfazer gostos europeus. A escolha dos padrões e alguns revestimentos suaves no tablier, contrastam com a exiguidade do porta luvas (que beneficia do ar condicionado) e a dispersão de alguns comandos secundários.
Já a habitabilidade, em si boa e bem aproveitada face às dimensões compactas do conjunto (que mede menos de 4,5 metros), contempla uma mala relativamente ampla que alberga pneu e jante suplente igual às restantes e proporciona ainda mais algum espaço onde este se aloja.
Com a decisão de compra a ser em parte por gosto, em parte por capricho, o ix35 4x4 custa mais 8 mil euros do que a versão equivalente de tracção apenas a duas rodas. Embora os mais de 40 mil euros encontrem explicação nalgum acréscimo de equipamento, a fiscalidade portuguesa não perdoa. Ainda que, efectivamente, o ix35 4x4 seja mais pensado para mercados onde é mais assídua a condução sobre neve ou gelo e a tracção das 4 rodas se justifique por razões de segurança.



Ver AQUI mais impressões sobre este modelo, nomeadamente versão sem tracção total


A tracção é engrenada electronicamente. O bloqueio do diferencial e a ajuda do motor em descidas muito acentuadas são comandadas através de botões à esquerda do volante. Meio escondido atrás do volante está o botão que permite alternar entre as várias funções do computador de bordo.



LER AINDA A ESTE PROPÓSITO A SEGUINTE NOTÍCIA:

Alerta de leitor: Via Card classifica e cobra como classe 2, viaturas de Classe 1





Dados mais importantes
Preços desde39500 euros (*)
Motores
1995 cc, 184 cv às 4000 rpm, 383 Nm das 1800 às 3750 rpm. 16 V, common rail, turbo geometria variável, intercooler
Prestações
194 km/h, 10,1 seg. (0/100 km/h)
Consumos (médio/estrada/cidade)
6,1 / 5,4 / 7,2 litros
Emissões Poluentes (CO2)189 g/km
(*) Despesas de preparação, averbamento, transporte, pintura metalizada e SGPU não incluídos


DADOS TT:

Ângulo de entrada: 24,2º
Ângulo de saída: 26,9º
Ângulo ventral: 17º

APRESENTAÇÃO: Hyundai ix35 com motor 1.7 CRDi

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O mais pequeno e engraçado SUV deste construtor coreano recebeu, finalmente, uma versão dotada com um mais competitivo motor a gasóleo de 1,7 litros e 115 cv de potência. Para além desta proposta, a todos os títulos mais económica do que a de 2,0 l — consumo médio de 5,2 litros e preço abaixo dos 30 mil euros —, a gama Hyundai ix 35 passa igualmente a disponibilizar uma versão a gasolina 1.6 com a mesma potência.

O novo Hyundai ix35 foi desenhado para satisfazer as necessidades e estilos de vida dinâmicos dos condutores europeus e das suas famílias, oferecendo mais estilo, mais espaço,mais equipamento e novidades tecnológicas, além de fortes eco-credenciais agora reforçadas com a introdução do novo motor 1.7 litros turbodiesel da família U2.
A versatilidade conhece novo impulso com a introdução do mais recente bloco 1.6 litros da família GDI a gasolina.

Motor 1.7 litros turbodiesel em estreia

Para aumentar ainda mais a competitividade no mercado nacional, o Hyundai ix35 passa agora a estar equipado com o novo motor U2 1.7 litros turbodiesel CRDi, paralelamente ao fantástico bloco 2.0 litros já em comercialização com dois níveis de potência, 136 e 184 CV.
Desenhado no centro de pesquisa e desenvolvimento localizado na Alemanha e fabricado na unidade de produção localizada na Eslováquia, este motor destaca-se pela utilização da mais recente geração do sistema “common rail” juntamente com um turbo compressor de geometria variável com controlo electrónico, válvula de recirculação de gases de escape com comando electrónico e filtro de partículas, cumprindo a norma Euro5 de emissões poluentes. É um motor limpo, suave, silencioso e económico, mas capaz de assegurar uma boa resposta ao acelerador e um desempenho vivo e dinâmico.
O bloco U2 1.7 foi desenvolvido para oferecer a melhor experiência de condução, proporcionando uma suave mas forte aceleração praticamente desde o arranque. A potência máxima é de 115 CV (85 kW) às 4000 rpm e o binário de 260 Nm encontra-se disponível entre  as 1250 e as 2750 rpm. Em termos de desempenho dinâmico, o novo ix35 1.7 CRDi consegue alcançar os 173 km/h com valores impressionantes de emissões de apenas 135 gr/km deCO2 e um consumo médio de 5,2 litros aos 100 km.

Motor 1.6 a gasolina completa gama

Além da estreia do bloco 1.7 litros turbodiesel, a gama do ix35 estreia ainda no mercado nacional o motor 1.6 litros a gasolina da família Gamma, o GDI, uma unidade motriz moderna e tecnologicamente avançada. Com injecção directa, este motor é a segunda aplicação por parte da Hyundai desta tecnologia, depois do motor 2.4 litros que equipa o Sonata recentemente introduzido em vários mercados fora da Europa.
O bloco 1.6 litros GDI é uma unidade que está no topo em termos de engenharia e gestão conseguindo assim três objectivos que parecem antagónicos: reduzir emissões aumentando a potência e diminuindo o consumo de combustível. Antes da utilização da tecnologia GDI, o ganho em uma delas significava o prejuízo das outras duas.
O sistema GDI injecta combustível directamente na câmara de combustão oferecendo uma precisão inigualável e grande controlo sobre a combustão. Comparado com um motor convencional com a mesma cilindrada, o bloco GDI oferece mais 7 por cento de binário abaixa rotação, 12 por cento mais de binário a elevadas rotações e 10 por cento menos de consumo de combustível.A unidade de 1.6 litros está equipada com uma injecção multi-ponto electrónica e um sistema duplo de variação automática do tempo de abertura das válvulas (CVVT) para aumentar o desempenho, resposta ao acelerador, economia de combustível e reduzir as emissões em baixas e médias rotações.
O motor totalmente em alumínio com quatro válvulas por cilindro debita 135 CV (99 kW) às 6300 rpm e um binário de 164,3 Nm às 4850 rpm. As emissões de CO2 são baixas com um valor de 149 gr/km.ix35 com sistema de tracção dianteira.
No que toca à transmissão, o ix35 com as novas motorizações 1.6 GDI a gasolina e 1.7 litros CRDi, disponibiliza apenas versões de tracção dianteira.A tracção dianteira oferece menor peso do veículo permitido acelerações mais rápidas e maior economia de combustível em estradas com bom pavimento, ajudado pelo controlo de tracção (TCS) oferecido de série e associado ao ABS do veículo.
A tracção é reforçada pela disponibilidade dos sistemas HAC (Hillstart Assist Control/Assistência ao arranque em plano inclinado) que evita que o carro descaia no arranque e DBC(Downhill Brake Control /Controlo de descida em declive) que limita a velocidade do veículo em descidas íngremes.
As novas motorizações agora disponíveis equipam, duas versões com níveis de equipamento distintos, Classic e Comfort na variante gasolina 1.6 GDI e 3 versões, Classic, Comfort e Stylena variante 1.7 CRDi Diesel. Ambas as gamas, gasolina e diesel disponibilizam caixa de 6velocidades manual e serão comercializadas ao abrigo do inovador eco-programa da Hyundai, Blue Drive™ e incluem o sistema Stop/Start (ISG), um sistema de gestão do alternador para poupar energia, um indicador da altura ideal de passagem de caixa para encorajar uma condução mais económica e o uso de pneus de baixo atrito.
Além de todas estas vantagens, o Hyundai ix35 beneficia da garantia Tripla Confiança que oferece cinco anos de garantia ilimitada, cinco anos de assistência em viagem gratuita verificações anuais gratuitas durante cinco anos. Esta garantia oferece ao utilizador uma sensação de tranquilidade e conforto inigualável.


(excerto do texto distribuído pelo Departamento de Comunicação do Entreposto, representantes em Portugal dos automóveis Hyundai. Em breve complementaremos com um ensaio a esta versão. Estão disponíveis trabalhos referentes ao motor 2.0 CRDi e à versão com tracção integral)

Caça ao Hyundai

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Consciente da importância das redes sociais na divulgação de uma marca ou de um produto, a Hyundai desenvolveu uma verdadeira "caça ao tesouro" que se desenrola através da sua página no "Facebook". Tudo o que os fãs dos automóveis coreanos têm que fazer é acompanhar as "pistas" que vão sendo fornecidas com o local mistério em que se encontra estacionado um Hyundai i20 e os três primeiros jogadores que se fizerem fotografar junto a ele recebem um "voucher" com uma experiência ao volante deste modelo. O passatempo está disponível até 12 de Dezembro em Lisboa, Porto, Coimbra, Faro e Braga.

ENSAIO: Hyundai i20 1.6 CRDi iS

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Primeiro factor a destacar: o preço. Vinte mil euros para um carro com motor 1.6 e 128 cv de potência não é fácil encontrar... novo! Mas há mais... Tem a aparência fresca e jovial de um pequeno desportivo de três portas: subtis apêndices dinâmicos na carroçaria, jantes em liga de 16 polegadas e uma ou duas saídas do escape em tom prateado. Interiormente segue linha idêntica: pedais desportivos e estofos com (diria algo exagerada) predominância da cor vermelha. Tudo uma questão de gosto.

Realmente boa é a dotação de equipamento de série face ao preço. Tal como os mais bem equipados da restante gama i20, este “iS” recebe os airbags frontais possíveis, ABS e controlo de estabilidade, ar condicionado, um fantástico sistema de som com entradas auxiliares USB e iPod e comandos no volante, as tais jantes em liga e as aplicações desportivas, os vidros eléctricos e ainda fecho centralizado de portas com comando, entre outros itens.

Motor contido

O motor mais potente que motivou esta versão especial destaca-se principalmente pelos consumos. Mas a média anunciada de 4,4 litros só em parte é conseguida devido ao escalonamento demasiado longo da caixa de velocidades. E isso acaba por se reflectir sobre as prestações.
O Hyundai i20 IS tem, por causa disso mas também em grande medida por culpa de uns pneus pouco desportivos, um comportamento dinâmico algo aquém do que a imagem exterior sugere. Gostei particularmente da precisão da caixa de velocidades, aparte a questão das relações, e apreciei também a posição de condução, confortável, ergonómica e com boa visibilidade.

Garantia de qualidade

É reconfortante saber que a gama i20 já deu provas de robustez e fiabilidade. Quanto ao interior, com uma qualidade que não destoa do segmento, revela-se suficientemente prático. Vários pequenos espaços ao dispor dos ocupantes compensam uma bagageira cuja capacidade fica aquém dos 300 litros.
Com 3 portas e uma habitabilidade traseira mais indicada para dois adultos, esta versão em particular surge mais apropriada para quem procura uma solução simultaneamente expedita e económica. A vários níveis: no preço, nos consumos, pela manutenção a cada 30 mil quilómetros e, “last but not least” pela qualidade do produto, garantido pelo fabricante durante 5 anos sem limite de quilómetros.
Análise mais completas ao modelo nas versões 1.2 a gasolina e 1.4 a gasóleo podem ser encontradas neste site, utilizando os instrumentos de pesquisa que se encontram em cima e à direita da página

PREÇO, desde 20000 euros MOTOR, 1582 cc, 128 cv às 4000 rpm, 16 V., 280 Nm entre as 1900 e as 2750 rpm, common rail com turbo de geometria variável (VGT) CONSUMOS, 5,5/3,8/4,4 l (cidade/estrada/misto) EMISSÕES CO2, 117 g/km

ENSAIO: Hyundai ix 35 2.0 CRDi/184 cv

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É a novidade mais recente da marca coreana. Pelas características não é de admirar que tenha pretensões de ser o maior concorrente desse grande sucesso de vendas que é o Nissan Qashqai. Lá presença e atitude ele tem. Muito marcante por sinal...

Para alcançar esse desígnio e cobiçar vendas mais significativas há, contudo, que esperar até ao final do ano, altura em chega uma versão bastante mais competitiva equipada com um novo bloco diesel 1.7 CRDi com 115cv, cujo preço deverá estar próximo dos €25000. Por enquanto, as vendas vão concentrar-se em duas versões do motor 2.0 CRDi, com 136 ou 184 cv. Preços a partir dos €30000 para a variante de entrada na gama.

À nova designação dos veículos do construtor (começados por “i”), o Hyundai ix 35 acrescenta a si próprio a letra que lhe marca o carácter especial. E de tão particular tem a silhueta, mais simpática mas também dominada por um carácter bastante mais vincado do que o do modelo que vem substituir, o Tucson.
O comportamento dinâmico parece capaz de agradar rapidamente aos entusiastas deste género de veículos, embora a suspensão macia, claramente orientada para o conforto, provoque um excessivo balancear do conjunto.



Várias propostas
À escolha existem 3 níveis de equipamento – Classic, Comfort e Style –, tracção dianteira ou às quatro rodas e caixa de velocidades automática, também com seis relações. Estas duas últimas especificações, caixa e tracção integral, é exclusivo de uma variante com 184 cv do motor 2.0 CRDi. Naturalmente mais caras (a partir de €36500 em 4x4, €45000 com C.A.), estas versões passam a contar com sistema de auxílio em descidas pronunciadas e controlo de arranque em subida.

Interior e equipamento

Do interior pode dizer-se que parece bem construído, funcional e com recurso a materiais de qualidade. É, além de mais, jovem, bonito e dinâmico. Oferece espaço suficiente em viagem, com destaque para a mala com praticamente 600 l de capacidade.
O equipamento pode incluir todos os extras mais actuais, como câmara de estacionamento traseira ou tecto de abrir panorâmico. De série tem entradas auxiliares de som, assim como uma nova garantia integral de 5 anos que inclui assistência em viagem e “check-up” anual gratuitos durante o mesmo período de tempo.

PREÇO, desde 32000 euros (4x2 comfort) MOTOR, 1995 cc, 16 V, 184 cv às 4000 rpm, 383 Nm das 1800 às 2500 rpm, common -rail, turbo de geometria variável de comando electrónico (E-VGT) e intercooler CONSUMOS, 7,2/5,4/6,1 l (cidade/estrada/misto) EMISSÕES CO2, 159 g/km

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