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ANÁLISE: Conheça os melhores carros segundo o estudo americano de qualidade J.D. Power 2014

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- Os dois estudos foram realizados pela prestigiada JD Power, uma consultora americana de pesquisa e análise da satisfação do cliente, qualidade do produto e comportamento do comprador
- O estudo de qualidade inicial da J.D.Power (IQS) analisa os problemas relatados pelos proprietários nos primeiros 90 dias de compra do veículo. O último estudo foi divulgado em Junho de 2014
- O estudo de confiança (VDS) realizado anualmente analisa os problemas registados nos últimos 12 meses pelos proprietários de veículos com três anos. Inclui a pesquisa de 202 potenciais problemas em todas as áreas do veículo
- De ambos os estudos, a empresa conclui que a introdução de novas e mais sofisticadas tecnologias foram a fonte geradora do aumento de problemas face a estudos anteriores
- O estudo alerta também que a necessidade de redução de combustível não deve comprometer a qualidade
- Por segmento, conheça quais os modelos melhor classificados que também estão à venda na Europa (LER MAIS)

Defeito em airbag de passageiro chama às oficinas Honda, Mazda, Nissan e Toyota

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- Recall de viaturas de marcas japonesas deve-se a um defeito de fabrico do insuflador do airbag dianteiro do passageiro
- As marcas envolvidas são Honda, Mazda, Toyota e Nissan
- Este mesmo problema já tinha justificado uma chamada à oficina de viaturas em 2013 (ler AQUI a notícia)
- A razão porque afecta várias marcas é tratar-se de um equipamento fabricado por um fornecedor externo comum a vários construtores automóveis: a igualmente japonesa Takata Corp
- Ao contrário do que vem sendo anunciado, a Honda Portugal afirma não existir risco de incêndio (LER MAIS)

Este será o futuro táxi de Londres (Nissan NV-200)

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Depois de aprovada a sua proposta para o novo Táxi de Nova Iorque (ler AQUI a notícia), a Nissan marca japonesa revelou a sua proposta para a capital inglesa. Desenhado em Londres, para Londres, no Centro Europeu de Design da Nissan, a versão de produção será lançada em Dezembro de 2014, estando prevista uma versão inteiramente eléctrica, de emissões zero, para 2015. Discutível em termos de linhas, e por isso polémico uma vez que se trata de um modelo que marca a paisagem característica daquela cidade, este modelo faz parte do programa global de táxis da Nissan, o qual inclui Nova Iorque, Barcelona e Tóquio. O design da versão de Londres é específico, reflectindo a herança dos típicos táxis pretos londrinos. (LER MAIS)

Nissan NV200, “Táxi do Futuro” de Nova Iorque

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Especificamente concebido para as necessidades dos taxistas e passageiros de Nova Iorque, chega às ruas no Outono. A produção do Táxi Nissan NV200 – conhecido como o "Táxi do Futuro" da cidade de Nova Iorque – iniciou-se na fábrica de montagem da companhia em Cuernavaca, no México. A Nissan desenvolveu o novo táxi com base no veículo comercial compacto NV200, para se adaptar às exigências específicas das mais de 600.000 pessoas que utilizam diariamente os táxis da cidade de Nova Iorque. Em 2011, após um competitivo processo de selecção de dois anos, a Comissão de Táxis e Limusinas (TLC) de Nova Iorque seleccionou-o como o táxi exclusivo para a cidade. A atribuição surge após um rigoroso processo de selecção e o caderno de encargos deu prioridade à criação de um veículo com esta finalidade específica mas adaptado para as ruas da cidade. (PROSSEGUIR PARA A APRESENTAÇÃO DO NISSAN NV200 O TÁXI DO FUTURO DE NOVA IORQUE)

ANÁLISE: Balanço do primeiro semestre de 2013. Vendas e produção em Portugal e na Europa. Tabelas marca a marca.

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Em contraciclo com os 27 estados que constituem a União Europeia, as vendas de automóveis ligeiros em Portugal, durante o primeiro semestre de 2013, cresceram timidamente: mais 2,1 por cento face a igual período de 2012, enquanto a nível europeu, durante o mesmo período, se registou uma quebra de 6,6 por cento. O crescimento português pode não representar uma retoma do sector de actividade e resultar apenas de um ano de 2012 realmente mau para as vendas de automóveis em Portugal, conjugado com uma situação temporária de renovação de frotas. Contudo, é um sinal de esperança para todos os agentes deste mercado, fortemente apostados em dinamizar vendas com campanhas realmente agressivas de oferta de equipamento, redução de preços e condições únicas de retoma. Tudo isto para ultrapassar as dificuldades de acesso ao crédito e a falta de condições económicas ou de confiança que continua a existir da parte de muitos potenciais clientes. (PROSSEGUIR PARA O BALANÇO COMPLETO DAS VENDAS AUTOMÓVEIS EM PORTUGAL NO PRIOMEIRO SEMESTYRE DE 2013)

Toyota, Nissan, Honda e Mazda recolhem 3,4 milhões de carros por defeito no airbag do passageiro da frente

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Quatro grandes construtores japoneses anunciaram a recolha de cerca de 3,4 milhões de carros em todo o mundo por causa de possíveis problemas no airbag dianteiro do passageiro. Toyota, Nissan, Honda e Mazda - a Mitsubishi já declarou que nenhuma unidade sua é afectada pelo problema - declararam ter identificado a existência de um possível defeito de fabrico do insuflador deste airbag, um equipamento produzido pelo japonês fabricante de autopeças Takata Corp..Apesar de nos incidentes verificados não se terem registados feridos ou mortes, existe o risco de deflagração acidental do airbag ou de incêndio. As viaturas afectados foram produzidos entre 2000 e 2004. Saiba quais os modelos comercializados em Portugal que irão ser chamados à oficina para corrigir este problema. (PROSSEGUIR PARA A LEITURA COMPLETA DA NOTÍCIA SOBRE A RECOLHA DE CARROS JAPONESES POR DXEFEITO NO AIRBAG)

ENSAIO: Suzuki Alto GL STYLE

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Pequeno, ágil, simples, económico e barato. Cinco características, tantas quanto os dedos de uma mão, servem para definir o Suzuki Alto. Na verdade, podem ainda acrescentar-se mais algumas. Só que estes são igualmente os princípios básicos de qualquer modelo destinado essencialmente para servir na cidade.

A marca japonesa sempre foi perita - e ganhou fama - a construir pequenos carros. Não são os únicos que sabe fazer, mas na Europa tornou-se fácil associá-la a veículos compactos, práticos e competentes para a função a que se destinam. Quer sejam pequenos citadinos, quer sejam jipes.
Para construir o Alto, a Suzuki e a Nissan uniram esforços e montaram uma fábrica na Índia. É que a sua importância não se mede apenas no mercado europeu, já que este carro é ainda comercializado no Japão como Kei-Car. Trata-se de uma categoria especial, reservada a carros de pequenas dimensões e baixa cilindrada, já que daí advêm vantagens fiscais e com o seguro.
Este ensaio actualiza um outro anteriormente realizado (ver AQUI).
A Nissan comercializa este modelo como Nissan Pixo (ver AQUI)


Modelo europeu


A versão que chega à Europa não é substancialmente diferente da que é comercializada no Japão, salvo questões pontuais de equipamento. Refira-se que em determinados mercados são ainda comercializadas versões com tracção integral ou dotadas com caixa de velocidade automática CVT, sendo esta última particularmente apreciada por permitir consumos muito modestos, da ordem dos 24,5 km por cada litro de gasolina.
No caso português há que contar com o motor a gasolina de 996 cc com 68 cv. Um bloco económico, de apenas 3 cilindros, que beneficia do pouco peso do Alto para garantir um consumo combinado de somente 4,4 litros ou 103 g/km de CO2. É ainda comercializada uma versão automática com quatro velocidades, com valores que “disparam” para os 5,2 l e 122 gr./Km respectivamente.


Espaço contido


Dadas as dimensões do exterior, o espaço interior consegue surpreender. A lotação é de apenas de quatro ocupantes, mas à frente viaja-se com relativo desafogo. Atrás, desde que os ocupantes dianteiros não empurrem demasiado os assentos, acomoda tranquilamente dois passageiros.
Claro que isto é conseguido em grande parte à custa de assentos mais pequenos, ou com sacrifício da capacidade da mala, somente 129 litros em condições normais, ou 774 litros com o rebatimento total dos bancos traseiros. Este valor só não é maior porque, felizmente, existe pneu suplente. Apesar de ser de dimensões reduzidas.
O Suzuki Alto é um carro giro. Mais ainda na versão “Style” ensaiada, onde uma panóplia de equipamento de estilo e conforto ajudam a disfarçar a abundância de plástico ou a ausência de porta-luvas. Embora nisso fuja pouco à regra do segmento. É apenas estranho que o condutor tenha que se debruçar sobre o outro banco para abrir ou fechar o vidro eléctrico do “pendura”.


Ágil q.b.


É igualmente um carro com “boa atitude”. Rápido o suficiente, extremamente ágil e não excessivamente ruidoso em andamento, apresenta uma caixa de velocidade colaborante mas a pensar na economia. Possui uma direcção precisa e directa, que contribui para a sua boa capacidade de manobra; o raio minimo de viragem é de somente 4,5 metros, com boa visibilidade em todas as direcções.
Embora não seja um carro “de estrada”, é pelo menos capaz de manter, sem esforço e sem sobressaltos, a velocidade máxima permitida em auto-estrada. Tanto quanto o seu magro binário lhe permite, bastante evidente em percursos mais inclinados e ainda mais acentuado quando o ar condicionado se encontra ligado.
Apesar dessa estabilidade não deixa de ser sensível à acção de ventos laterais ou contrários, e também não apreciei muito o carácter demasiado macio da suspensão. Uma alternativa para manter o conforto dos passageiros, motivado pelo pouco curso da mesma.
Trata-se efectivamente de um carro económico e divertido. O preço desta versão “GL Style”, cerca de 11 mil euros (chave na mão), justifica-se pelo recheio de equipamento. A variante base pouco mais contém de importante do que o ABS e os airbags frontais, mas este modelo inclui, entre outros elementos adicionais, jantes especiais de 14 polegadas (em prata ou preto), faróis de nevoeiro, rádio/CD/MP3, vidros eléctricos à frente, ar condicionado manual, puxadores das portas, manípulo das mudanças e do travão de mão com aplicações metalizadas, comando à distância, faróis de halogéneo com regulação em altura e airbags laterais.

Dados mais importantes
Preços desde10550 euros (GL Style) *
Motores
996 cc, 68 cv às 6000 rpm, 90 Nm às 3400
Prestações
155 km/h, 14 seg. (0/100 km/h)
Consumos (médio/estrada/cidade)
4,4 / 3,8 / 5,5 litros
Emissões Poluentes (CO2)103 gr/km
(*) com IVA 23% e ISV 2011; Não inclui Despesas Administrativas nem Ecovalor;
Opcionais: Pintura Metalizada (295 euros) e ESP-Programa de Controlo de Estabilidade e Tracção (515 euros).


Mais ensaios a modelos da Suzuki:

ENSAIO: Nissan Juke 1.5 dCi/110 cv

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No aspecto assemelha-se a um pequeno todo o terreno. Tem uma aparência irreverente, uns faróis altos e desafiadores e até uma imagem vagamente máscula na assertividade das linhas que lhe vincam as cavas das rodas. Um cocktail bem servido para alguns, capaz de arrebatar corações que não se condicionem por questões de espaço e apreciem o moderno, o diferente e o ousado. Mas não é, de todo, um todo o terreno. Também não é um carro familiar. Exactamente porque o Juke não pretende pertencer a nenhum padrão previamente categorizado. Este texto complementa o ensaio anterior efectuado à versão 1.6 a gasolina (ver AQUI).

O Juke ambiciona ser algo de novo. Mais pela forma do que pelo conceito em si. Nisso assume-se como um misto de pequeno “SUV” ou “Crossover” urbano. É um carro cujas dimensões compactas favorecem o poder de manobra e com uma posição de condução alta que facilita a visibilidade. Não menos importante, alguma robustez (e 18 cm de altura ao solo) do chassis, ajudam-no a enfrentar melhor as agruras de certos obstáculos urbanos. Como, por exemplo, as crateras que habitualmente povoam as estradas portuguesas após alguns dias de chuva.


Interior tecnológico


Na verdade ele desperta atenções por onde passa. Ou mesmo cobiça. Garantidamente. Possui formas diferentes, fortemente personalizadas e um desenho da grelha que lhe dá um ar alegre. Eixos colocadas nos extremos da carroçaria e vincos laterais acentuam-lhe ainda mais as cavas das rodas, contribuindo também para disfarçar a presença de portas traseiras, já de si discretas devido à forma do manípulo que as abre.
Com formas ousadas, o interior contém algumas características capazes de satisfazerem plenamente quem não tem que dar grande uso ao banco traseiro ou dispensa maior capacidade da mala. Sobretudo para aqueles que apreciam a novidade, o design e a diversidade tecnológica. Como a própria Nissan o anuncia, parte da estrutura e dos comandos pretendem fazer lembrar uma moto, reforçando com isso um lado mais desportivo do Juke.
A verdade é que, tal como por é por fora, o habitáculo do Nissan Juke é um exercício de estilo e sedução; envolvente, colorido e luminoso, contempla fichas USB e jack de 3,5 mm para a ligação dos habituais “gadgets” tecnológicos. Aos que gostam de ir controlando e variando o andamento, algumas versões permitem mesmo fazê-lo através de um sistema de controlo dinâmico. Com 3 modos de condução – eco, normal e sport – torna-se possível fazer variar a resposta à aceleração, diminuindo os consumos ou aumentando as capacidades dinâmicas do motor. Gráficos coloridos, projectados num pequeno ecrã, permitem acompanhar todo o processo (saber mais no final).


Motor competente


Apesar do Juke não ser um carro para gente muito alta, aquilo que condiciona mais uma melhor posição de condução é a ausência de regulação em profundidade do volante. Porque os bancos dianteiros até proporcionam apoio e a altura a que se encontram permite uma visibilidade boa em andamento.
Já em manobra é sobretudo necessária uma certa habituação aos limites, curiosamente os dianteiros; a posição elevada dos faróis, salientes do capot, levam o condutor a crer estar mais perto de um obstáculo do que efectivamente se encontra.
Quanto à motorização cumpre globalmente o que lhe é pedido. Não se evidencia demasiado em termos de ruído e mostra-se capaz de assegurar uma condução tranquila e económica em cidade. Fora dela, beneficiando do pouco peso do Juke e de uma carroçaria que procura atenua a maior resistência aerodinâmica, fornece-lhe uma agilidade que, em certos momentos, até pode considerar-se desportiva. Embora à custa de um maior conforto dos ocupantes.


Estilo vs habitabilidade


O Juke não é um carro de perfeições. É um objecto de estilo e de sedução. Por isso se deve entender que, apesar de exteriormente apresentar mais de 4 metros de cumprimento, nem a habitabilidade traseira, nem a capacidade da mala (cerca de 250 litros, mais alguma coisa sob o piso) constituam referência.
Jovem e tecnologicamente muito dotado, o Juke assegura a possibilidade de personalização com algum equipamento capaz de “encher o olho” mas que, passada a novidade, muito provavelmente deixará de ter grande uso para a maioria dos seus proprietários. Refiro-me muito concretamente ao sistema de controlo dinâmico que, ainda por cima, obriga o condutor a ter que optar entre ter disponível as informações sobre o motor ou os comandos do dispositivo de climatização. Além de mais, o painel informativo situa-se numa posição baixa, o que poderá levar a retirar os olhos da estrada mais tempo do que o recomendável.
Neste pequeno ecrã que, como se afirmou, reparte informações e comandos com o sistema de climatização, projectam-se instruções e avisos que permitem optar entre uma condução mais tranquila e poupada (modo eco), ou mais desportiva. Isso é conseguido fazendo variar parâmetros mecânicos como a resposta do motor, o seu regime de trabalho ou a pressão do turbo, mas também gerindo outros gastos de energia como o ar condicionado ou a direcção assistida.
Para melhor entender o seu funcionamento segue-se um texto acessório, baseado no “press release” do próprio departamento de comunicação da marca.



Dados mais importantes
Preços desde21650 euros (Visia) *
Motores
1461 cc, 110 cv às 4000 rpm, 240 Nm às 1750, common rail, 8V, turbo com geometria variável
Prestações
175 km/h, 11,2 seg. (0/100 km/h)
Consumos (médio/estrada/cidade)
6,1 / 4,5 / 5,1 litros
Emissões Poluentes (CO2)134 gr/km
(*) Não inclui despesas administrativas e de transporte


Desempenho comandado



Um sistema de controlo inovador permite ao condutor escolher a forma como o automóvel se comporta na estrada, fornecendo ao condutor total controlo sobre as definições dinâmicas do automóvel ou adequando-as às condições da estrada, ao tempo ou ao ambiente no momento.
O Sistema Nissan de Controlo Dinâmico (NDCS) é um avançado comando central do condutor e um sistema de informação do Juke que permite alterar as definições da dinâmica do automóvel, assim como ajustar funções mais óbvias, como o controlo de climatização.
Programado para funcionar em oito idiomas diferentes – português, inglês, francês, alemão, italiano, espanhol, russo e holandês – o ecrã digital, montado centralmente, altera a visualização, cor e funções, dependendo do modo em que está a funcionar.
No modo climático, por exemplo, o visor apresenta a definição da temperatura interior, enquanto os "botões" apresentam as opções de fluxo de ar. No entanto, no Modo D, é alternada a funcionalidade desses "botões", permitindo ao condutor escolher entre os modos Normal, Desportivo ou Eco.
Dependendo do motor, cada definição altera os mapas de aceleração, a programação da CVT, o “peso” da direcção e até o desempenho do ar condicionado, de forma a adequarem-se às condições e propósitos do condutor. Na definição "Sport" do Modo D, por exemplo, o mapa de aceleração é afinado para fornecer rotações do motor mais elevadas e uma resposta mais rápida. Já na definição "Eco", as rotações no motor são reduzidas para um progresso mais suave. Na versão M-CVT (caixa automática) a definição Desportiva introduz até uma subida de velocidade "rítmica" automática que simula as passagens de uma caixa manual na linha vermelha das rotações.
O esforço na direcção no modo desportivo é mais firme e responde mais depressa, enquanto no modo "Normal" é mais leve e linear. Na definição Eco, a quantidade de ar frio a circular no habitáculo é optimizada para reduzir o consumo energético do sistema.
As definições do automóvel, tal como a sensibilidade dos faróis automáticos e fecho automático das portas, podem também ser ajustadas através do sistema. Informa ainda sobre a velocidade média, eficiência do combustível, tempo de viagem, binário do motor e pressão do turbo, assim como o histórico de consumo de combustível diário.
Por fim, o sistema incorpora também um indicador de Força G.


Mais modelos Nissan analisados:

ENSAIO: Nissan Micra 1.2/80 cv

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Devo confessar que a minha empatia com este carro foi quase imediata. Abri-lhe a porta sem chave, sentei-me ao seu volante, carreguei no botão que liga a ignição e arranquei. O motor respondeu num ápice, mostrando o escalonamento curto das relações iniciais da caixa de cinco velocidades. Os pneus já aquecidos pelo sol chiaram na primeira curva, em protesto contra a minha impetuosidade. Depois passámos assim os dias: eu a tentar desencaminhá-lo, ele a mostrar-se sempre bem comportado. No final, nenhum dos dois conseguiu levar a melhor sobre o outro.

A tendência da procura é sempre para cores mais sóbrias,
mas o Micra evidencia-se e torna-se muito mais alegre
em tons de carroçaria mais vivos
Quando se espreita o novo Nissan Micra pela primeira vez, pode não se ficar muito impressionado com o seu interior. Não apenas devido à profusão de plástico, mas também por continuar a não ser aquele que oferece mais espaço. Nomeadamente nos lugares traseiros ou na mala, apesar desta ter crescido até aos 265 litros.
Além disso, apesar de esta nova geração apresentar linhas mais discretas, ainda assim, elas continuam a não gerar consenso amplo e imediato.
Mas após muitos anos a ensaiar carros, já não causa grande surpresa descobrir que as melhores sensações são as provocadas pelos que, à partida, não geraram qualquer expectativa especial. E é exactamente por causa desse inesperado, que a descrição inicial corresponde fielmente à primeira impressão que tive da nova geração daquele que foi, em 1993, o primeiro automóvel japonês a vencer o troféu “Carro do Ano” na Europa.


Muito mais equipamento


Dificilmente há carros perfeitos ou sequer capazes de agradarem a toda a gente. Ainda por cima num segmento como este, dos utilitários, em que se procura sempre mais por menos dinheiro.
Por isso, um dos primeiros factores de atracção é o design. Ele tem que ser capaz de cativar, mas também de se diferenciar dos demais. Ora se neste último aspecto o Micra sempre o conseguiu nas duas gerações anteriores, já no capitulo de agradar a gostos mais conservadores... não foi bem assim.
Agora ficou mais consensual, é bem verdade, apesar de aqui e ali resvalar, felizmente, para a irreverência. Tem o privilégio de estrear uma nova plataforma da Aliança Renault/Nissan que servirá também ao futuro Clio.
Na realidade, quem aprecia o “design” vai facilmente continuar a deixar-se seduzir pela irreverência das formas e do jogo de cores interiores se for o caso. Neste aspecto, a tradição Micra ainda é o que era. A mesma aposta não parece ter sido feita na qualidade dos plásticos, apesar de, por tradição, saber-se que os produtos da Nissan não costumam resvalar no que toca a longevidade ou solidez. Mas quer à vista, quer ao toque, parecem deixar a desejar. Mais ainda quando se escuta o som que provém da tampa do porta-luvas superior a fechar.
Sim. Porque existem dois. Se em matéria de habitabilidade este novo Micra não é dos melhores (nem dos piores) a disponibilizar espaço, já em soluções de aproveitamento para a colocação de pequenos objectos reclama créditos.
Tal como o faz em termos de equipamento disponibilizado, quer de série, quer no lote de opcionais. Quem não dispensa a tecnologia ou o conforto em viagem, pode bem contentar-se plenamente com o lote vasto que o modelo oferece: porta USB, ar condicionado automático, aquecimento dos bancos, sistema de navegação, avançado sistema de som com comandos no volante, botão “start” em vez de chave e abertura sem chave das portas, tejadilho panorâmico, sensores para muita coisa incluindo luz e chuva e por aí em diante...
Há também os itens habituais de segurança, bem como as diversas ajudas à condução. Como é o caso, pasme-se face a dimensões tão reduzidas, de sensores que ajudam a descobrir o melhor lugar para estacionar! Além dos típicos “pi-pis” que servem como alertas de proximidade durante as manobras.


Condução bastante divertida


Mas onde este Micra conseguiu verdadeiramente satisfazer-me foi em matéria de condução. Por causa da envolvência que senti ao integrar-me perfeitamente com um conjunto que proporciona boa visibilidade e noção rápida das extremidades. O que, de certa forma, e passe algum exagero, me fez retornar aos pequenos “minis” que rechearam a adolescência de muitos de nós.
Obviamente que com muito mais segurança, com muito mais precisão e com muito mais conforto. Nos limites do aceitável, sempre que o provoquei os desvios da trajectória foram mínimos, em parte por acção das ajudas electrónicas, noutra parte pelo equilíbrio evidenciado por este chassis.
Mas a impulsividade do comportamento deste pequeno carro, uma irreverência que em rigor não consigo explicar e o seu carácter contagiaram-me. O motor do Micra responde bem a arrancar e, porque o conjunto está mais leve, isso confere-lhe uma extraordinária agilidade em ambiente urbano. Claro que em estrada, a partir de determinadas velocidades e quando tem que enfrentar lombas, evidenciam-se as limitações deste tri-cilíndrico com 80 cavalos.
Sobretudo quando o ar-condicionado está ligado e portanto há que o desligar para obter um ganho extra de energia. É que, a partir da terceira mudança, as relações da caixa alongam-se para não esforçar o motor, para lhe reduzir o ruído e, principalmente, para lhe baixar os consumos. A média final do ensaio, com predominância de cidade, quedou-se em torno dos 7 litros.
Porque a minha vontade foi sempre a de andar a “picá-lo”.



Dados mais importantes
Preços da versão Visiadesde 11 990 a 16 490 euros  (*) 
Motor
1198 cc, 3 cil., 12 V, 80 cv às 6000rpm, 110 Nm às 4000 rpm
Prestações
170 km/h, 13,7 seg. (0/100 km/h)
Consumos (médio/estrada/cidade)
5,0 / 4,3 / 6,1 litros
Emissões Poluentes (CO2)115 gr/km

(*) acrescem despesas de documentação, transporte e 
pintura metalizada (300€)


Ensaios anteriores Nissan:

Nissan NV200 seleccionado como o “Táxi do Futuro” de Nova Iorque

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Aquela que é a cidade com a maior frota de táxis dos Estados Unidos escolheu a Nissan para conceber e fornecer a próxima geração deste popular meio de transporte em terras do Tio Sam.
A Comissão de Táxis da cidade americana elegeu o Nissan NV200 como o táxi exclusivo de Nova Iorque a partir do final de 2013. A atribuição surge após um rigoroso processo de selecção e o caderno de encargos deu prioridade à criação de um veículo com esta finalidade específica mas adaptado para as ruas da cidade.

O táxi Nissan NV200 será produzido na América do Norte e será uma versão modificada do veículo comercial compacto actualmente disponível. O preço total de venda recomendado, com todas as características, é de cerca de 29.000 dólares americanos.
Como parte do programa, a Nissan também irá trabalhar com a cidade de Nova Iorque e os proprietários de táxis num programa piloto para a utilização de veículos eléctricos com emissões zero como táxis. A Nissan fornecerá até seis Nissan LEAF 100% eléctricos aos proprietários de táxis para que estes os testem em 2012, bem como as estações de carregamento que vão suportar a sua utilização.
Algumas características do Nissan NV200 NYT:
Motor a gasolina de 2.0 litros com 4 cilindros, concebido para melhorar o desempenho das emissões e a eficiência do combustível da frota de táxis.
Espaço amplo para quatro passageiros e respectiva bagagem.
Buzina com menor impacto sonoro e ligada a luzes exteriores que indicam quando o veículo está a buzinar
Portas deslizantes com degrau e pegas.
Painel do tejadilho transparente (com pára-sol) para proporcionar vistas únicas da cidade.
Ar condicionado traseiro controlado de forma independente com um filtro de ar especial para melhorar a qualidade do ar do habitáculo.
Tecido dos bancos atractivo, respirável, anti microbiano, ecológico e fácil de limpar, que simula o aspecto e a sensação da pele.
Luzes de leitura superiores para os passageiros e iluminação do piso para ajudar a localizar pertences.
Uma central de carregamento de telemóveis e aparelhos electrónicos para os passageiros, que inclui uma tomada eléctrica de 12 V e duas tomadas USB.
Um banco do condutor ajustável em seis direcções que inclui ajustes lombares e de reclinação, mesmo com uma divisória instalada
Sistemas de telemática e navegação para o condutor de série.
Cortinas insufláveis para os ocupantes dos bancos dianteiro e traseiro, bem como airbags instalados no banco para a fila dianteira
Controlo Dinâmico do Veículo (VDC) e controlo de tracção de série
Portas deslizantes para reduzir o risco de os peões, os ciclistas e outros condutores ficarem presos devido à abertura inesperada das portas, dotadas de luzes que alertam para a abertura das mesmas.

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