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Análise: Produção Automóvel em Portugal durante o ano de 2013

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Entre Janeiro e Dezembro de 2013 foram produzidos em Portugal 154.016 veículos, um valor que representa uma quebra de 5,8 por cento face a 2012. Contudo, as 9440 unidades fabricadas no último mês do ano praticamente duplicam o número de unidades produzidas em Dezembro de 2012. A AutoEuropa continua a ser a fábrica com maior número de veículos a sair das linhas de montagem de Palmela (91.200), seguida pela fábrica do grupo PSA em Mangualde: 18.498. As marcas destas duas unidades fabris (VW e Seat no primeiro caso, Citröen e Peugeot no segundo) são também as que mais exportam, logo seguidas pela Mitsubishi Fuso Truck, no Tramagal. Seguem-se os quadros principais da produção automóvel em Portugal durante 2013. (LER MAIS)

ANÁLISE: Vendas de veículos automóveis em Portugal em 2013

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Entre veículos ligeiros e pesados, incluindo os comerciais ligeiros, venderam-se em Portugal, durante o ano de 2013, 126.684 unidades. Este valor representa um crescimento de 11,7% face ao ano anterior, muito impulsionado pela boa performance que o mercado começou a registar a partir de meados do ano anterior. A ponto de Dezembro de 2013 representar um crescimento de 44,6% face a idêntico período de 2012, seguramente um ano de má memória para as vendas de veículos automóveis em Portugal. Contudo, apesar dos sinais optimistas, estes valores ficam aquém dos melhores registados em anos anteriores a 2011, o que significa que o mercado está ainda abaixo do desejado e que o parque circulante de automóveis em Portugal continua a envelhecer. Mas vamos à tabela das vendas, sem surpresa liderada novamente pela Renault. (LER MAIS)

ANÁLISE: Balanço do primeiro semestre de 2013. Vendas e produção em Portugal e na Europa. Tabelas marca a marca.

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Em contraciclo com os 27 estados que constituem a União Europeia, as vendas de automóveis ligeiros em Portugal, durante o primeiro semestre de 2013, cresceram timidamente: mais 2,1 por cento face a igual período de 2012, enquanto a nível europeu, durante o mesmo período, se registou uma quebra de 6,6 por cento. O crescimento português pode não representar uma retoma do sector de actividade e resultar apenas de um ano de 2012 realmente mau para as vendas de automóveis em Portugal, conjugado com uma situação temporária de renovação de frotas. Contudo, é um sinal de esperança para todos os agentes deste mercado, fortemente apostados em dinamizar vendas com campanhas realmente agressivas de oferta de equipamento, redução de preços e condições únicas de retoma. Tudo isto para ultrapassar as dificuldades de acesso ao crédito e a falta de condições económicas ou de confiança que continua a existir da parte de muitos potenciais clientes. (PROSSEGUIR PARA O BALANÇO COMPLETO DAS VENDAS AUTOMÓVEIS EM PORTUGAL NO PRIOMEIRO SEMESTYRE DE 2013)

Desenvolvimentos da Aliança PSA Peugeot Citroën e General Motors: veículos em comum, novos motores e unidades industriais em mercados emergentes

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Na sequência do acordo cujos pormenores podem ser vistos neste texto, os dois construtores confirmaram que a sua Aliança Estratégica Global irá inicialmente abranger três projectos comuns de desenvolvimento de plataformas de veículos e a criação de uma organização conjunta de compras. Revelaram ainda a intenção de desenvolverem em conjunto uma próxima geração de pequenos motores a gasolina, económicos e de alta performance, bem como novos projectos de veículos e de iniciativas industriais na América Latina e noutros mercados emergentes. (PROSSEGUIR PARA A NOTÍCIA COMPLETA SOBRE O ACORDO ENTRE O GRUPO PSA E A GENERAL MOTORS)

Mapas e sistemas de navegação da TomTom passam a equipar Peugeot e Citröen

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A TomTom foi escolhida pelo grupo PSA -que agrupa as marcas Peugeot e Citroën – para ser a fornecedora oficial de conteúdos e serviços de navegação e localização destinados aos sistemas de informação e entretenimento da marca. A partir de 2015 os veículos destas duas marcas francesas passarão a dispor dos mapas e da tecnologia de informação de trânsito em tempo real HD Traffic, fornecidos por este conhecido fabricante de aparelhos e de software de navegação. (PROSSEGUIR PARA A NOTÍCIA COMPLETA)

Procura automóvel novo, usado ou acessórios? Quer saber mais sobre este ou sobre outro veículo?

ANÁLISE: Mercado automóvel português vai de “mal a pior” e a caminho do “salve-se quem puder”

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Pelo 5.º mês consecutivo, este ano, as vendas de automóveis em Portugal foram inferiores aos valores homólogos do ano anterior. Apesar de no mês de Maio ter existido um ligeiro aumento das vendas face a Abril, da ordem das 2200 unidades, os valores continuam a preocupar o sector e irão, certamente, implicar o fecho de mais concessionários. Mas o reflexo desta crise que se abate sobre todo o sector automóvel promete não ficar por aqui: não só não se vende como não se faz a manutenção periódica, deixa-se de ir à inspecção periódica e poupa-se em tudo, mesmo que, por causa de isso, se coloque em risco a segurança ou o ambiente.

ANÁLISE: A aliança PSA/General Motors, outros exemplos e razões para acontecer

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Em tempo de crise juntam-se esforços e concertam-se energias. O grupo francês PSA, detentor das marcas Peugeot e Citroën, e o gigante americano General Motors anunciaram a criação de uma Aliança estratégica mundial que assenta em dois pilares principais: partilha de plataformas de veículos, componentes e módulos e a criação de uma “joint-venture” de compras à escala mundial (para produtos e serviços), com um volume de compras combinado de 125 mil milhões de dólares. Trata-se de um movimento vulgar no sector automóvel que recrudesce em tempos de crise.

Vendas automóveis em Portugal descem abruptamente

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Como era de prever no actual contexto de crise económica, o sector automóvel começou a sofrer fortemente com as medidas de contenção a que muitos particulares e empresas foram sujeitos nos últimos meses. Em Janeiro foram vendidos apenas 9065 automóveis ligeiros de passageiros e comerciais ligeiros, o que representa uma forte redução de 42,2% face às vendas registadas em igual período do ano passado. É o valor mais baixo de venda de veículos em Portugal dos últimos 25 anos! O sector entrou em “estado de alerta” e, para sobreviver, necessita urgentemente de medidas de incentivo ao consumo.

APRESENTAÇÃO: CITROËN C4 AIRCROSS

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Combinando design e inovação tecnológica, o novo SUV compacto da marca francesa adapta-se ao estilo de vida contemporâneo, ao combinar a motricidade de um veículo de todo-o-terreno com o prazer de condução de uma berlina. Disponível em versões de duas e quatro rodas motrizes, em função da motorização, será comercializado a partir do final do primeiro semestre de 2012.

Apresentação: Citroën DS4. Preços e chegada a Portugal

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Poucos dias depois de ter apresentado o Citroën DS5 no Salão de Xangai (ver AQUI), o representante nacional anunciou o início da comercialização daquele que será o segundo modelo da gama DS a chegar ao nosso mercado. O dia 17 de Junho foi a data escolhida para os portugueses conhecerem este novo modelo que combina a exclusividade e o formato compacto de um coupé com a versatilidade e o espaço de uma berlina de quatro portas. Mais características e uma primeira indicação de preços vêm já a seguir.

A Citroën Portugal não comunicou ainda preços, pelo menos de uma forma oficial, mas o novíssimo Citroën DS4 poderá custar 1500 a 2000 mil euros a mais do que as versões equivalentes do C4, com o qual este DS4 partilha muito da sua mecânica.
A filosofia da linha DS é marcada fortemente em termos de estilo, sensações, arquitectura e sofisticação, gerando uma nova silhueta automóvel capaz de seduzir pelo seu dinamismo e pela promessa de uma nova experiência de condução.
Com um estilo mais compacto do que o C4, o Citroën DS4 assume uma postura bastante mais elitista. Isso acontece devido principalmente ao seu formato sobrelevado, mas também ao seu pára-brisas panorâmico e a uma posição de condução que combina os códigos de um coupé com o conforto de uma berlina. O seu comprimento é de 4,27 m, para uma largura de 1,81 m e uma altura de 1,53 metros, proporcionado três lugares traseiros apesar do estilo coupé, acessíveis através de portas dissimuladas e perfeitamente integradas no estilo do conjunto. A bagageira apresenta 370 litros litros de capacidade e o interior possibilita várias possibilidades de arrumação, incluindo um vasto porta-luvas eluminado e bolsas nas portas com capacidade para uma garrafa de 1,5 l.


Estilo premiado


O seu poder de atracção é ainda reforçado pelos assentos de couro rugoso, pelos feixes de luz à frente e atrás e também pela presença de elementos cromados. Um conjunto que fez dele “A Mais Bela Viatura do Ano”, no âmbito de um concurso “online” que reuniu mais de 60.000 internautas apaixonados pelo automóvel e oriundos de 62 países, e ainda vencedor do prémio “Mais Belo Interior”, galardão atribuído por um júri composto por personalidades do mundo do design, do desporto, da cultura e da imprensa.
A colocação dos “chevrons” na grelha, o logo DS aposto no “capot” e as guias de iluminação diurna, reforçam-lhe um carácter exclusivo. O seu perfil, destacado por uma moldura cromada em torno dos vidros laterais, é formado por cavas musculadas, que albergam as grandes rodas – de até 19 polegadas – sendo dominado por um tejadilho que termina num “spoiler” trabalhado para assegurar um visual ainda mais dinâmico.
A traseira do Citroën DS4 fortalece a exclusividade da sua silhueta. Com uma decoração cromada na parte inferior da bagageira, as guias horizontais de luz que integram os faróis traseiros, acesos dia e noite, criam um efeito ‘boomerang’ inédito.


Interior talhado à medida


O banco do condutor envolvente e os mostradores com contornos cromados parecem brotar das suas bases. O painel de instrumentos utiliza materiais suaves ao toque (“slush” ou couro) com um granulado que destaca o seu carácter. O interior é dominado pelo pára-brisas panorâmico, que se estende para o tejadilho, escurecido, criando uma atmosfera de luz contrastante. Este pára-brisas panorâmico permite uma visão vertical a 45°, o que associado à altura extra da viatura, optimiza a visibilidade.
Condutor e passageiro dispõem de protecção adicional em complemento às palas para o sol. Existem cinco combinações de bancos de couro à escolha, e a versão mais equipada recorre a elementos em couro granulado nos painéis das portas e nos bancos da frente, em acabamento ‘bracelet’. A secção central dos assentos evoca os elos de uma pulseira de relógio, enquanto as extremidades formam um conjunto costurado que reforça o ar tenso e musculado do conjunto.
A utilização de elementos cromados nos rebordos das saídas de ar, na consola e na alavanca de caixa de velocidades ou ainda em alguns comandos da consola central, traz um toque extra de luxo. Os pedais de alumínio, o couro utilizado nas portas e a iluminação ambiente são pormenores que evidenciam o seu carácter dinâmico mas igualmente sofisticado.


Dinamismo e agilidade


O Citroën DS4 privilegia naturalmente o comportamento dinâmico e a segurança em todas as ocasiões. Conta com um eixo dianteiro do tipo McPherson, uma barra de torção do eixo traseiro e uma direcção eléctrico-hidráulica por bomba, soluções comprovadas e ajustadas especialmente para tornar singular a viatura. O mesmo acontece nas ligações ao solo, ajustada para fornecer filtragem e agilidade ao mais alto nível.
Conforme as motorizações escolhidas, conta ainda com discos de travão ventilados à frente, de grande diâmetro (340 mm), e, de série, com sistemas dedicados ao controle da travagem (distribuição electrónica da força de travagem, assistência à travagem de emergência), à assistência (controlo de tracção inteligente) e à manutenção da trajectória (ABS, ESP), garantias do controlo do veículo em condições de condução mais delicadas.
Na fase de lançamento conta com dois blocos diesel Euro V, equipados de origem com um filtro de partículas: o HDi 110 (disponível em versão e-HDi) e o HDi 160, para além de três motores a gasolina Euro V, desenvolvidos em cooperação com a BMW: o VTi 120, o THP 155 e, finalmente, o novo THP 200 cv. Esta última versão, desenvolvida a partir do motor de 1,6 litros, oferece performances e uma agradabilidade de nível muito elevado, graças à potência disponível (147 cv) e ao seu binário máximo (275 Nm às 1700 rpm), contando com emissões de CO2 limitadas a 149 g/km! Todos estes motores estão associados a transmissões de seis velocidades, integralmente manuais ou manuais pilotadas.
De modo a que mecânica permaneça discreta junto dos passageiros, foi aplicado no modelo um tratamento acústico específico. Para melhorar o ambiente interior, as vibrações e ruído dos motores, a aerodinâmica, os materiais ou o impacto foram neutralizados mais perto das suas fontes de emissão.
Destaque especial para o Citroën DS4 “amigo do ambiente”, dotado da mais recente tecnologia micro-híbrida e-HDi. A originalidade deste sistema resulta da combinação de várias tecnologias: um motor HDi, um dos blocos mais eficientes do mercado, um sistema “Stop & Start”, que permite desligar o motor de modo instantâneo em todas as situações onde o carro se imobilize (nos semáforos, nos transtornos do tráfego...), com um alternador reversível de segunda geração, e um sistema ‘e-booster’ que permite reiniciar o motor de modo imediato (0,4s); um sistema de controlo electrónico para o alternador, que permite a recuperação de energia quando o veículo desacelera; e uma transmissão manual pilotada, com relações optimizadas.
As principais funções de conforto (ar condicionado, sistema de áudio...) e assistência (direcção, ESP...) mantêm-se, naturalmente, em funcionamento quando o motor estiver “suspenso”. Esta inovação reduz o consumo de combustível e as emissões de CO2 dos motores HDi de até 15% em percursos citadinos.


Características distintivas


O Citroën DS4 propõe um grande porta-luvas iluminado, bolsas nas portas, que permitem o transporte de uma garrafa de 1,5 litros, e uma gaveta sob o banco do passageiro da frente. Graças à arquitectura inteligente da consola central sobrelevada (disponível nas variantes de caixa de velocidades manual pilotada), consegue ainda oferecer amplos espaços adicionais de arrumação: um, refrigerado, iluminado e com tampa deslizante, pode albergar até quatro recipientes de 50 cl, contendo ainda uma ligação para um “jack” de áudio, uma entrada USB e outra para aparelhos de 12 V. O compartimento localizado debaixo do apoio de braços da frente tem uma ligação para aparelhos de 230 V.
Para além dos aspectos ligados ao design e à performance, o habitáculo surge repleto de equipamentos, de funcionalidades e de inovações estudadas sob a égide da “Créative Technologie”:
- um sistema de áudio capaz de garantir a correcta distribuição do som por todo o habitáculo
- bancos da frente com zona de massagem e regulação lombar eléctrica, na zona das costas
- equipamentos personalizáveis inéditos. O condutor pode escolher o ambiente que prefere ter a bordo. Pode optar por uma de quatro gamas de sons polifónicos (Classic, Cristal Symphony, Jungle Fantasy, Urban Rythmik) para os sinais de alerta e lembretes; por três níveis de intensidade do débito de ar do sistema de climatização (suave, médio, intenso); e por um leque de cores para o painel de instrumentos, entre tons de branco e azul.
- o condutor pode aceder a todos os principais comandos relativos à condução e conforto – com retro-iluminação nocturna – sem retirar as mãos do volante.
- “Citroën eTouch”, um sistema que realiza – de um modo automático, ou por iniciativa dos passageiros – as chamadas de emergência e de assistência no local nos respectivos países, graças a um cartão SIM integrado (processos gratuitos e disponíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana), para uma imediata localização e intervenção rápida em caso de acidente ou incidente;
- faróis de nevoeiro à frente com luzes de canto, que fornecem um raio de luz suplementar que aumenta o grau de visibilidade quando se vira o volante para o interior de uma curva, num máximo de 75° à esquerda ou à direita do veículo. Estas luzes têm acendimento automático sempre que o ângulo do volante varie mais de 60°
- um sistema de vigilância do ângulo morto. Seguindo os mesmos princípios dos sensores de estacionamento, este equipamento é activado graças a quatro sensores de ultra-sons (a velocidades entre 12 e 140 km/h). Através de um pictograma nos retrovisores, indica ao condutor da presença de um veículo nos ângulos mortos, significando isto que vigia uma zona que se entende compreendida entre os 5 m atrás do pára-choques traseiro e os 3,5 m na lateral do veículo.
- um regulador/limitador de velocidade programável que permite pré-definir (sempre que se encontre parado) velocidades máximas para uma condução mais segura. Durante a condução é depois possível escolher mais rapidamente a opção que melhor se adequar às características da viagem.


(elaborado com recurso a excertos do documento distribuído pelo Departamento de Comunicação da marca)

Sistemas de Escape:

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Protecção do ambiente



Servem para conduzir os gases resultantes do ciclo da combustão de gasolina ou gasóleo no interior do motor de um automóvel. No inicio, a preocupação era fazer diminuir o barulho, embora o seu papel e a sua importância sejam o de não piorar o ar que respiramos.

Muito se tem falado aqui sobre o impacto que normas ambientais mais rigorosas provocam sobre o sector da indústria automóvel. O que talvez a maioria dos nossos leitores não saiba é que, por causa disso, determinados sistemas de escape, completos, chegam a custar mais de dois mil euros.
O aumento do trânsito automóvel
avolumou a emissão de gases nocivos para a saúde
Claro está que nos referimos a conjuntos que englobam não apenas a tubagem e a panela ou silenciador, como antigamente sucedia, mas também o catalisador e vários retentores ou filtros de partículas, que praticamente transformam o gás resultante da combustão em mero dióxido de carbono.
A título de exemplo, o primeiro filtro de partículas para motores diesel surgiu em 2000. A Tenecco, empresa norte-americana que sob a marca Walker é líder no fabrico deste género de equipamento, desenvolveu-o em parceria com o grupo PSA, para equipar carros deste construtor como o Citroën C5 ou o Peugeot 406. Dez anos depois está disponível em praticamente todas as grandes marcas de veículos.
Passou mesmo a ser comercializado no mercado de acessórios, podendo, em determinados casos, substituir sistemas de exaustão mais antigos.

Como funcionam

Para que os leitores possam perceber do que estamos a falar, um técnico da Walker ajuda a explicar, de uma forma muito sintética, a sua tarefa no ciclo de funcionamento do motor de um automóvel. “O gás da combustão e os resíduos presentes no combustível, cumprida a sua função no motor, são libertados para uma tubagem ao longo da qual existem um mais 'depósitos'. Nesses 'depósitos' acumulam-se as partículas nocivas para o ambiente e para a saúde das pessoas (algumas cancerígenas) que, através de um aumento provocado da temperatura, são queimadas (incineradas) e desta forma eliminadas”.
Um sistema actual é bastante evoluído
e não dispensa o recurso à electrónica
Esse processo a que se chama “regeneração”, do qual se pretende que resulte simplesmente dióxido de carbono, justifica a crescente electrónica que passou a estar associada a um sistema que, no início, não era mais um aglomerado de tubos, chapa e por vezes até amianto, uma fibra mineral altamente cancerígena e por isso proibida há largos anos. Os sistemas actuais recorrem ainda ao uso de materiais mais nobres (e mais caros), que esse aumento da tecnologia implica.
Inicialmente com um período de vida de cerca de 80 a 120 mil quilómetros – do uso do veículo em cidade, em distâncias curtas e com pouco aquecimento do motor, ou em estrada, com viagens mais prolongadas e regimes mais elevados, vai depender a sua longevidade —, os sistemas mais modernos irão poder durar a vida inteira de um automóvel, necessitando apenas de manutenção simples.

Sistemas de Escape:

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Protecção do ambiente



Servem para conduzir os gases resultantes do ciclo da combustão de gasolina ou gasóleo no interior do motor de um automóvel. No inicio, a preocupação era fazer diminuir o barulho, embora o seu papel e a sua importância sejam o de não piorar o ar que respiramos.

Muito se tem falado aqui sobre o impacto que normas ambientais mais rigorosas provocam sobre o sector da indústria automóvel. O que talvez a maioria dos nossos leitores não saiba é que, por causa disso, determinados sistemas de escape, completos, cheguem a custar mais de dois mil euros.
Claro está que nos referimos a conjuntos que englobam não apenas a tubagem e a panela ou silenciador, como antigamente sucedia, mas também o catalisador e vários retentores ou filtros de partículas, que praticamente transformam o gás resultante da combustão em mero dióxido de carbono.
A título de exemplo, o primeiro filtro de partículas para motores diesel surgiu em 2000. A Tenecco, empresa norte-americana que sob a marca Walker é líder no fabrico deste género de equipamento, desenvolveu-o em parceria com o grupo PSA, para equipar carros deste construtor como o Citroën C5 ou o Peugeot 406. Dez anos depois está disponível em praticamente todas as grandes marcas de veículos.
Passou mesmo a ser comercializado no mercado de acessórios, podendo, em determinados casos, substituir sistemas de exaustão mais antigos.

Como funcionam

O aumento do trânsito automóvel
avolumou a emissão de gases nocivos para a saúde
Para que os leitores possam perceber do que estamos a falar, pedimos a colaboração de um técnico da Walker para explicar, de uma forma muito simples, como se desenrola o seu ciclo de funcionamento num automóvel. “O gás da combustão e os resíduos presentes no combustível, cumprida a sua função no motor, são libertados para uma tubagem ao longo da qual existem um mais 'depósitos'. Nesses 'depósitos' acumulam-se as partículas nocivas para o ambiente e para a saúde das pessoas (algumas cancerígenas) que, através de um aumento provocado da temperatura, são queimadas (incineradas) e desta forma eliminadas”.
Esse processo a que se chama “regeneração”, do qual se pretende que resulte simplesmente dióxido de carbono, justifica a crescente electrónica que passou a estar associada a um sistema que no início não era mais um aglomerado de tubos, chapa e por vezes até amianto, uma fibra mineral altamente cancerígena e por isso proibida há largos anos. Os sistemas actuais recorrem ainda ao uso de materiais mais nobres (e mais caros), que esse aumento da tecnologia implica.
Um sistema de escape actual é bastante evoluído e não dispensa o recurso à electrónica
Inicialmente com um período de vida de cerca de 80 a 120 mil quilómetros – do uso do veículo em cidade, em distâncias curtas e com pouco aquecimento do motor, ou em estrada, com viagens mais prolongadas e regimes mais elevados, vai depender a sua longevidade -, os sistemas mais modernos irão poder durar a vida inteira de um automóvel, necessitando apenas de manutenção simples.

ENSAIO: Citroen C3 Picasso 16 Hdi/110 cv

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Eis uma forma de deixar de parecer simplesmente engraçado para assumir uma atitude bastante mais atrevida e provocante. Acrescentem-lhe uma cor atraente, uns apêndices vistosos e umas jantes de 17'' não menos atraente, e temos um carro que, mesmo com um comportamento longe de se considerar "desportivo", até exibe boa capacidade de recuperação.
A versão não só “ganhou motor” como rodado, leia-se, jantes, pneus (205/45!) e suspensão, para ajudar a contrariar a altura ao solo e o formato muito pouco aerodinâmico.

Interior e Motor


Já escrevi a propósito da versão com 90 cv (ver AQUI), que o Citroën C3 Picasso  parece um carro construído de dentro para fora. Mantenho a ideia; foi pensado para proporcionar, em primeiro lugar, espaço, funcionalidade e conforto e depois revestido de forma jovial e descontraída. Ora bem: se a habitabilidade já era um dos seus pontos fortes, os 110 cv dão-lhe novos motivos de interesse.
O conhecido e por demais multifacetado bloco 1.6 HDi desenvolve satisfatoriamente, voltando a pecar pela ausência de uma sexta velocidade. Uma maior desmultiplicação possibilitaria a energia inicial que falta ao conjunto, já que, em matéria de consumos, não parece que melhorasse significativamente.

Espaço e conforto


O interior é luminoso e alegre, generoso na oferta de pequenos espaços, como os dois compartimentos aos pés dos passageiros traseiros. Tal como a habitabilidade, incluindo os ocupantes traseiros que, por ficarem ligeiramente mais altos, beneficiam de boa visibilidade. Impressão menos positiva para a funcionalidade do espaço entre os bancos dianteiros, onde os objectos aí depositados ficam demasiado soltos. Igualmente não apreciei a compleição do apoio de braços, sobretudo porque o travão de mão está em posição relativamente baixa.
Positivo, porque favorece a condução, é a colocação próxima do volante e do manípulo da caixa. Uma bagageira com 385 litros não parece muito, mas realmente o C3 Picasso mede pouco mais de quatro metros e tem um belíssimo banco traseiro. O piso da mala oferece duas posições e a capacidade desta fica próximo dos 500 litros quando o assento avança sobre as calhas longitudinais.

PREÇO, desde 26 000 euros MOTOR, 1560 cc, 16 V, 109 cv às 4000 rpm., 260 Nm às 1750 rpm CONSUMOS, 6,5/4,2/5 l (cidade/estrada/misto) EMISSÕES POLUENTES 133 g/km de CO2

Tendências do futuro

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Não é fácil construir automóveis que sejam simultaneamente amigos do ambiente e agradem ao consumidor. Uma sucessão de normas que limitam as emissões obriga os construtores a lançarem continuamente novas versões para o mercado.

Com a protecção do ambiente na ordem do dia e ao preço a que os combustíveis estão, fabricar automóveis cada vez mais económicos e com baixa libertação de partículas e gases nocivos para a atmosfera é uma das muitas imposições a que está sujeito qualquer grande construtor mundial.
As apertadas normas europeias de emissões para veículos automóveis obriga-os a conceber novos modelos cada vez mais eficazes, de forma a poderem ser comercializados no espaço comunitário.

Para se ter uma ideia, a norma que entrou em vigor no final do ano passado, a “Euro5”, obrigatória para todos os veículos novos vendidos a partir de 2011, limita, nalguns casos, as emissões de partículas e de gases em 80 por cento face ao que até aqui era exigido.
No entanto, sabendo que em 2014 limites ainda mais restringidos terão que ser respeitados, os construtores começam desde já a estudar e a antecipar formas de poderem corresponder a tais exigências.

Ou seja, para além da segurança, do conforto e da habitabilidade, muito há a considerar quando se concebe um carro. Sem esquecer que, muitas vezes, o estilo e as linhas que definem o carácter e a aparência são tão ou mais importantes na hora da compra do que as características inicialmente referidas, apesar destas resultarem em maior benefício para o consumidor.

Poluição eléctrica?

Assim se explica a forte aposta em modelos híbridos ou movidos a electricidade, por exemplo.
Quanto aos últimos, uma nova questão tem vindo a colocar-se: a potencial perigosidade que pode advir para o meio ambiente, o tratamento deficiente ou incorrecto de baterias fora de uso.

Por outro lado, a menos que a electricidade necessária para o carregamento das mesmas provenha de fontes de energia renovável, o incremento do consumo da electricidade pode também implicar a libertação de gases e/ou partículas poluentes.

Em todo o caso, este parece ser o melhor rumo a seguir. Foi por causa disso que em Genebra se assistiu à apresentação de tantos novos híbridos e modelos com propulsão eléctrica, embora os focos de luz dos pavilhões do salão automóvel suíço também estivessem voltados para algumas criações que primam, no mínimo, pela sua originalidade. Nalguns casos, poucos, não passam de meros exercícios de estilo destinados a captar as atenções dos visitantes.


Noutros ensaiam formas futuras de locomoção e dão a conhecer os progressos alcançados, nomeadamente pela electrónica, mas também pelo uso de materiais mais leves e por uma aerodinâmica mais cuidada, como forma de reduzir consumos.


E, como há muito é feito em eventos desta dimensão, os que estão mais próximos dos veículos de série destinam-se a aferir a receptividade de potenciais consumidores. Sem outro critério que não seja a sua espectacularidade, estes são apenas alguns dos muitos exemplos do que acabou de se afirmar.

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