Cinema a 4 euros com estacionamento incluído!
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Para além destas características, o BlackBerry PlayBook dispõe de uma câmara de alta definição de 5 megapixel, gravação de vídeo de alta definição (Full HD 1080p) e ainda de uma câmara frontal de 3 megapixel, o que, aliado a um ecrã LCD multi-touch capacitivo WSVGA de 7 polegadas, com imagens cristalinas, possibilita o acesso a experiências multimédia únicas.Category : LG Maximo Black, Vodafone 0
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Que os portugueses apreciam as grandes marcas de telemóveis comprovam-o as vendas e ainda o facto de Portugal continuar a ser o mercado escolhido para o lançamento de novos modelos da Nokia, Sony Ericsson, Samsung ou LG, para citar os mais vendidos. Versões do iPhone e alguns gadgets da Apple esgotam rapidamente nos primeiros dias de venda em Portugal, apesar dos seus preços raramente se situarem abaixo dos 500 euros.
Mas este é um mercado que tem conhecido rápidas transformações, sobretudo devido à crescente sofisticação de novos modelos chineses. Embora a imagem de marca não acompanhe ainda a qualidade de alguns produtos já revelam, o facto das operadoras comercializarem equipamentos de fabricantes chineses sob a sua própria designação comercial, tem ajudado, e muito, a que novos consumidores, sobretudo os mais jovens, tenham acesso aos terminais multifuncionais. Para tentar perceber a mais-valia destes aparelhos, nada melhor do que testar duas versões de topo comercializadas pelas maiores operadoras do mercado nacional. Uma delas não chega a custar 100 euros.
Todos sabemos que hoje em dia os telemóveis servem para muito mais do que telefonar ou enviar mensagens. É o rádio ou leitor de música que nos acompanha para qualquer lugar, a câmara fotográfica que regista o momento imprevisto e até o álbum de fotos pessoais para mostrar à família, aos amigos e aos colegas do trabalho.
Com a chegada da internet ao telemóvel e o aumento das dimensões dos respectivos ecrãs, passou a ser possível, de forma bastante prática e em qualquer instante, aceder ao email ou pesquisar páginas com informações de trânsito, cinema, notícias, farmácias de serviço ou actividades de lazer.
O incremento dos smartphones, como são conhecidos os terminais com múltiplas capacidades de comunicação, deve-se também à popularidade das redes sociais como o Facebook ou o Twetter, e ao crescimento de muitos mais modos de comunicação escrita como o MSN, o Google Talk ou o Orkut. Um dos obstáculos à maior massificação seria naturalmente o preço. Até há bem pouco tempo, mesmo o mais simples dos smartphones custava mais de duas centenas de euros e ainda hoje, o mais conhecido destes terminais, o iPhone, tem preços acima dos 400 euros.
A boa notícia é que actualmente é possível adquirir um aparelho com estas capacidades sem precisar de gastar, nalguns casos, mais de meia dezena de euros. Tudo depende do tamanho do ecrã e de outras funções que a seu tempo se podem revelar úteis, como o Wi-Fi, para navegar na internet com velocidade ou efectuar downloads sem sobrecarregar o tráfego de dados do cartão telefónico.
A5 não é Audi e 945 não é Porsche. São ZTE
A escolha recaiu sobre o TMN/Sapo A5 e o Vodafone 945, ambos com a particularidade de serem do fabricante chinês ZTE.
Logo à partida há dois aspectos em que diferem, três ou mais se quisermos considerar também o preço e o facto de funcionarem com operadoras diferentes. Mas o tamanho do ecrã e a capacidade da bateria irão ser decisivos para o desempenho e capacidade das suas várias funções.
O Sapo A5 (ZTE Libra) é o aparelho mais caro – 149,90 euros na loja online da TMN (*) – mas também é o que dispõe de um maior ecrã táctil TFT, de 3,5'' com 256 mil cores (e não 64 mil como erradamente surge no site da operadora portuguesa) e uma resolução de 480x800 px.
Abertas as respectivas caixas e descoberto o mesmo tipo de acessórios – carregador, cabo de dados e auricular -, o Sapo A5 oferece ainda um cartão de memória de 8 Gb, ao invés do de 2 Gb que vem com o Vodafone 945.
Na qualidade as capas equivalem-se, embora me pareça que a do 945, por ser mais suave é mais resistente aos riscos e ao desgaste. Tanto na parte frontal como na traseira. Também não diferem muito em termos de torção, resistência à quebra ou facilidade de encaixe. A do A5 engloba a parte móvel do botão que liga/desliga o aparelho.
Ambos estão disponíveis somente em cor preta e tinham instalada de origem a versão 2.1 - update 1 do sistema operativo Android e a versão 2.6.29 do kernel.
Ainda assim, em termos de visualização, ultrapassada a questão do tamanho ligeiramente superior das letras e dos ícones das aplicações já instaladas (diferentes de aparelho para aparelho), o Sapo A5 é superior em contraste e nitidez. Nos dois, com a afinação máxima do brilho (é possível definir esta afinação para um modo automático, fazendo variar o brilho do ecrã consoante a intensidade da luz exterior), o 945 apresenta cores mais vivas, mais garridas, mas também letras menos contrastantes.
Por conseguinte a leitura de mensagens SMS é mais fácil no A5 Sapo, apesar das letras não poderem variar de tamanho nesta função. Eventualmente isso poderá ser feito através de alguma aplicação criada especificamente para esse efeito.
O programa "JoinMe", em português, é bastante simples e permite as funções básicas de gestão de contactos (incluindo com o Outlook), agenda (do Google, se o email estiver aberto), gestão de mensagens (incluindo escrever e enviar novos SMS pelo computador), seleccionar e converter músicas para toques, editar e partilhar entre os dois imagens e vídeos ou conferir o registo das chamadas.![]() |
| Com ajustes de cor e nitidez |
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| Tamanho real sem ajustes |
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A Vodafone Portugal lançou dois novos smartphones com sistema operativo Android do Google: o Vodafone 845 e o Sony Ericsson X10 Mini Pro. O primeiro pode ser adquirido por €134,90, o preço mais competitivo do mercado português. Tem ecrã táctil de 2,8 polegadas, módulo GPS, câmara de 3.2 megapixel e Wi-Fi. Já o Sony Ericsson é um smartphone compacto em formato slide e teclado QWERTY. Disponível por €229,90, o ecrã táctil é de 2,5 polegadas. Têm ainda máquina fotográfica de 5.0 mpx com autofoco e gravação de vídeo, leitor de MP3, integração com o Facebook, e-mail e conectividade por bluetooth, micro USB ou Wi-Fi.Category : gps, NDrive, smartphone, telemóvel, TMN, Vodafone 0
Embora continuem a existir e a ser fabricados aparelhos simples, destinados às tarefas mais básicas de falar e enviar/receber mensagens, unidades mais recentes têm acrescentado novas funcionalidades: acesso mais fácil e rápido à internet (para consulta, email ou compras), sistemas de posicionamento e navegação mais precisos e intuitivos, partilha de dados entre utilizadores e acesso dedicado a redes sociais virtuais.
Um smartphone, como é chamada a última geração de telemóveis, oferece mais do que os mais recentes aparelhos de GPS, mesmo perante aqueles que já possuem ecrã táctil, leitura de vídeos ou imagens e actualizações simples para, por exemplo, indicarem a localização de radares, novos sentidos de trânsito ou arruamentos actuais. Na maioria das vezes, pelo mesmo preço, muitos destes aparelhos de GPS têm ainda o óbice, face aos telemóveis, de não serem tão portáteis, apesar da clara vantagem de disporem de ecrãs de maiores dimensões.
TMN vs Vodafone

Na prática, tanto os novos "smartphones" da TMN, como os da Vodafone, contêm programas de navegação licenciados, e mapas detalhados do território nacional. Num ou noutro caso, é possível optar pelo percurso a pé ou de carro, escolher entre os trajectos considerados mais rápidos ou distâncias mais curtas e, no caso da TMN, contabilizar o tempo de viagem (percorrida e a percorrer), acompanhar a velocidade ou saber, de antemão, a descrição do percurso e até mesmo visualizar uma simulação.
Na prática, sobretudo para uma utilização automóvel, o sistema da NDrive instalado no terminal da TMN, tem um funcionamento mais prático e uma programação mais intuitiva, indicando inclusive a aproximação aos radares fixos.
No da Vodafone, este software tem uma imagem menos pormenorizada, embora, para um uso mais pessoal e aproximado, aumente o nível de detalhe e se torne tridimensional como o da TMN. O seu objectivo principal parece mesmo ser o de facilitar a localização dos contactos pessoais, desde que esses, obviamente, aceitem partilhá-lo.
Comum é, ainda, a possibilidade de acrescentar pontos de interesse (restaurantes, museus, serviços úteis, etc), partilhando-os com uma comunidade, funcionalidade em que o sistema Vodafone é mais pródigo.
Com ecrãs não muito generosos mas de excelente definição, ambos dispõem de serviço de voz, tornando mais fácil o acompanhamento da rota durante a condução, altura em que, por razões óbvias de segurança, não deve ser feita qualquer programação.
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