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Renault Kadjar. Preço. Motores. Equipamento.

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- Suspensão modificada especificamente para Portugal. Comercialização em Portugal: 2017

- Classe 1 nas portagens só com Via Verde

- Dimensões compactas mas maiores do que o Qashqai elevam habitabilidade e espaço de mala

- Disponível com tracção a duas rodas, suspensão traseira independente e 19 cm de distãncia ao solo

ESTA É A LISTA COMPLETA DE PREÇOS, MOTORES E ESPECIFICAÇÕES PARA O MERCADO PORTUGUÊS

APRESENTAÇÃO: Renault Kadjar (MY 2015). Motores. Equipamento.

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- Aliança Renault/Nissan apresenta concorrente do Qashqai

- Dimensões compactas mas maiores do que o Qashqai elevam a habitabilidade e o espaço de mala

- Disponível com tracção a duas ou quatro rodas, tem uma distância ao solo de 19 cm

- Comercialização: Verão de 2015 (LER MAIS)

ENSAIO: Nissan Qashqai 1.6 dCi 130 CV (MY 2014)

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É um carro concebido para agradar. Afinal, a pretensão e o desejo de qualquer construtor. No caso do Qashqai, esse desígnio abrange condutores de géneros diferentes, com posturas de condução e necessidades diversas. Pela formas, pelo estilo e pelas possibilidades de personalização, tanto agrada a condutores como a condutoras, tanto satisfaz os anseios de jovens dinâmicos como de famílias que precisem de espaço e funcionalidade interior. Este é, afinal, o segredo do sucesso do Qashqai, um modelo que está permanentemente entre os 10 mais vendidos ao nível europeu. (LER MAIS)

ENSAIO: Citroën C4 Aircross 1.6HDi 2WD Seduction

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Este carro é fruto de uma parceria antiga entre o grupo francês PSA e o construtor japonês Mitsubishi e tem, à partida, uma vantagem face ao “primo” ASX: poder dispor deste mais económico e consagrado motor 1.6 HDi com 115 cv. Pegando na base mais austera da viatura japonesa, a marca francesa recriou com elegância o estilo, preservando, contudo, as linhas musculadas que sugerem um veículo multifuncional e com (alguma) capacidade fora de estrada. Apesar da designação, a ligação à berlina C4 é inexistente. O “Aircross” pertence a outro “campeonato”; proporciona não só mais espaço, uma outra versatilidade de condução e bastante conforto, mas também uma experiência limitada como “todo-o-terreno”. (PROSSEGUIR PARA O TEXTO COMPLETO DO ENSAIO AO CITROEN C4 AIRCROSS)

ENSAIO: Nissan Juke 1.5dCi Shiro (Special edition)

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Quando as características de um determinado carro geram boa receptividade e praticamente provocam uma espécie de moda em seu redor, o aproveitamento desse sucesso passa, invariavelmente, por um reforço da sua exclusividade. É quase uma necessidade de mercado que a Nissan está a saber aproveitar para rentabilizar este seu pequeno e recente “crossover”. Como o “Shiro”, versão topo-de-gama destinada a quem procura algo verdadeiramente distinto. Uma vez que “Shiro” significa branco em japonês, o seu interior é dominado por inúmeros pormenores nesta cor. Individualista como bem sabe ser, este Juke serve-se ainda do couro para reforçar o prestígio. A linha “Shiro” tem preços a partir dos €23650, com o motor 1.5 dCi a partir dos €27070. Quem desejar algo mais radical, o motor a gasolina 1.6 DIG-T anuncia 190 cv e pode equipar uma versão com tracção integral. (PROSSEGUIR PARA A NOTÍCIA COMPLETA)

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APRESENTAÇÃO: Nissan Qashqai 1.6 dCi/130 cv

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O Nissan Qashqai recebeu novo motor 1.6 turbodiesel. Mais potente e, contudo, também mais económico e menos poluente, irá substituir gradualmente a unidade dCi de 2.0 litros. Na gama mantém-se a oferta da motorização 1.5 dCi, com um custo cerca de 2000 euros inferior a idêntica versão equipada com o novo motor 1.6 dCi. Além deste novo motor, a renovada gama Qashqai estreia novos equipamentos que enriquecem ainda mais um modelo que é um fenómeno de vendas no mercado europeu.

Juke e Qashqai garantem recorde de vendas da Nissan em Portugal

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O enorme sucesso de dois modelos SUV – Juke e Qashqai – garantiu à marca japonesa uma quota anual de mercado de 3,9 por cento, o valor mais alto registado pela Nissan em Portugal nos últimos 10 anos. Em Dezembro, esse valor foi mesmo de 4,3 por cento, ajudando a consolidar ainda mais a liderança no segmento dos SUV. Sucesso que a marca espera repetir em 2012, graças sobretudo ao novo Qashqai com motor diesel 1.6 dCi (ver AQUI).
Desde que iniciou um projecto de consolidação no mercado nacional, a Nissan tem registado contínuas subidas de quota de mercado. O valor quase que duplicou desde o arranque do programa “Portugal 360”, passando de 2,1% para 3,9%.
Um êxito devido em grande parte ao enorme sucesso Nissan Qashqai. Em 2011, este SUV conseguiu ser o 5º modelo mais vendido no segmento C em Portugal, atrás do Renault Mégane, VW Golf, Opel Astra e Ford Focus.
Outra quota de responsabilidade deve-se à grande aceitação que o modelo Juke também está a ter nos consumidores nacionais (ver AQUI ensaio ao modelo). Quanto ao Nissan Leaf (ver AQUI), carro do ano 2011, vendeu 99 unidades entre as 203 viaturas eléctricas conmercializadas este ano em Portugal.

(elaborado com base em documento distribuído pelo Departamento de Comunicação da Marca)

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Nissan atinge recorde de vendas em Portugal

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Com 10.140 unidades vendidas e uma quota de mercado de 3,8%, a Nissan foi a marca de volume que mais cresceu entre 01 de Abril de 2010 e 31 de Março de 2010. E fê-lo com um crescimento de dois dígitos, 54,2%, num mercado que cresceu apenas 16,3%.

O último trimestre do Ano Fiscal de 2010 (Janeiro a Março de 2011) registou um crescimento ainda mais impressionante, que permitiu à Nissan colocar-se no final desse período na primeira posição das marcas asiáticas em Portugal. Cumprindo assim um dos grandes objectivos da Nissan a nível europeu: reconquistar uma posição que foi sua durante longos anos.
Em síntese, durante o período de vigência do *Plano Portugal 360º (AF2007 a AF2010) a Nissan subiu de 2,1% para 3,8% de quota de mercado e aumentou em volume de 5.905 unidades para 10.140).
Como corolário de todos estes resultados positivos a nível nacional, a Nissan Ibéria - Portugal foi o distribuidor Nissan na Europa que mais cresceu em quota face ao ano anterior (Quota média na Europa: 3,4%)

Qashqai, Juke, Micra e LEAF brilham

O crossover Qashqai, com 5.547 unidades vendidas no AF2010 e o Juke, com 1.592 vendas em tão só meio ano, espelham o sucesso incontestado da Nissan, apesar de todos os esforços dos principais concorrentes, naquele que é o segmento por si inventado, o dos crossovers.
Seguem-se em volume o Micra (1.096) e o Note (574), dois valores seguros do mercado nacional e que, com o Pixo, consolidam a presença alargada da Nissan no segmento dos citadinos.
Uma nota para o Nissan LEAF, que com 26 unidades vendidas até 31 de Março se posiciona já como líder de vendas no segmento de veículos eléctricos.

(excerto do comunicado de imprensa distribuído pelo departamento de comunicação da Nissan)

Nova versão do Nissan Tiida estreada no Salão de Xangai

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Não tendo conhecido muito sucesso no mercado português, esta viatura do segmento médio, fabricada pela marca japonesa que faz parte do grupo Renault, continua a conquistar novos mercados.
Assim, a Nissan aproveitou o salão automóvel chinês para dar a conhecer uma nova geração do modelo, cuja comercialização, neste mercado asiático, começa já em Maio. Onde desde 2005 a primeira geração é um sucesso de vendas do seu segmento, tendo vendido 85 mil unidades só no ano passado.

A nova geração será produzida na fábrica chinesa da Nissan e possui um visual exterior mais agradável devido à sua carroçaria suave e aerodinâmica. Para melhorar ainda mais o seu interior, cuja habitabilidade já era considerada uma das qualidades da anterior geração do Tiida, a distância entre eixos foi aumentada em 100 mm, de forma a assegurar o melhor espaço traseiro da sua classe. Com um maior comprimento e amplitude do vidro frontal e espelhos retrovisores laterais com uma forma optimizada para uma fácil utilização, a visibilidade saiu significativamente melhorada, contribuindo para uma condução mais segura e confortável. O motor escolhido para este mercado é o conhecido bloco 1,6 litros a gasolina. Utilizado em diversos veículos Nissan foi acrescido de um conjunto tecnológico que lhe melhora a eficiência da combustão e, por via disso, de menores emissões, o que o torna num motor Nissan PURE DRIVE.
Após o seu lançamento na China, o novo Tiida chegará progressivamente a cerca de 130 países de todo o mundo até 2014.
No salão chinês a marca japonesa tem ainda em destaque um remodelado Nissan Qashqai, cuja produção total já superou o milhão de unidades. E o sucesso promete continuar, agora que está ainda mais moderno e urbano, com sistema de navegação CARWINGS, tecto panorâmico e monitor de visualização da área circundante. A primeira geração foi lançada na China em 2008 criando também nesse mercado uma nova categoria – o segmento Crossover.
Mas a nova aposta da Nissan para o mercado chinês é o aclamado Leaf, eleito “Carro Europeu do Ano” e, mais recentemente, “Carro Mundial do Ano 2011”, conquistando a primeira posição contra o BMW Série 5 e o Audi A8. Este modelo 100 por cento eléctrico, o primeiro do género acessível e concebido para o mercado global, assinala também um novo paradigma de mobilidade para uma sociedade sustentável de emissões zero. Já em fase de comercialização no Japão, nos Estados Unidos e em alguns mercados europeus, os responsáveis japoneses estão em conversações com parceiros locais, incluindo a Cidade de Wuhan e a Cidade de Guangzhou (onde se situa a fábrica da Nissan), para o lançamento de um programa piloto de mobilidade de emissões zero.


(elaborado com recurso a excertos do documento distribuído pelo Departamento de Comunicação da marca)

ENSAIO: Dacia Duster 1.5 dCi/110cv (4x2)

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Dacia? Um SUV de uma marca romena? E se lhe disser que este carro partilha a mesma mecânica do Nissan Qashqai? Talvez comece a vê-lo com outros olhos...
Porque é mesmo verdade! Dacia Duster e Nissan Qashqai utilizam, nas suas versões mais procuradas, o mesmo motor diesel de origem Renault. No primeiro caso uma versão com 110 cv, enquanto o carro japonês se contém nos 106.

Mas difere em tudo o resto. Enquanto o Qashqai aposta numa irreverência das linhas e conceito ajudado, em muito, por um marketing elaborado, cuidando ainda dos detalhes, no Dacia Duster impera a simplicidade prática imposta por uma contenção de custos de fabrico e por uma necessidade de uma manutenção fácil e acessível.
Além de que se torna difícil exigir melhores materiais ou pormenores mais cuidados num carro cujo preço de entrada fica abaixo do de alguns utilitários.

Essencialmente prático

Exteriormente tem uma estética que não fere mas que também não faz destacar qualquer pormenor emotivo. Na realidade também não destoa pela negativa; um traço limpo com cavas das rodas expressivas tenta fazer realçar um jogo de cores entre a da carroçaria e os estribos, as protecções do chassis ou os suportes do tejadilho.
Interiormente é mais clara a poupança. O Duster recorre a soluções encontradas nos restantes Dacia (nomeadamente o Logan, de onde deriva a plataforma), partes do tablier e comandos provenientes de modelos anteriores da Renault. O resultado não é desagradável mas resulta algo "demodé", nomeadamente com a colocação, no centro do tablier, dos comandos de abertura dos vidros eléctricos.
Mas, como já se afirmou, por um preço que no caso da versão a gasolina começa pouco acima dos 16 mil euros, não se pode exigir muito mais. De uma forma geral, os plásticos apresentam a robustez desejada para um carro com estas características, embora os pormenores decorativos não acompanhem a tendência. O que deixa adivinhar que, com tempo e uso, possam advir daí ruídos parasitas.
O aproveitamento e a poupança implicaram igualmente que no interior do Duster não abundem espaços para pequenos objectos. Até mesmo os que existem no forro interior das portas dianteiras são mais estreitos do que o desejável e os da consola central e entre os bancos revelam-se pouco seguros. Igualmente a cobertura da bagageira (com capacidade que varia entre os 475 litros e os 1636 litros) se mostra pouco prática de usar (ver foto). Embora, consoante o uso que se fizer da mala, nomeadamente com cargas de formato irregular, o facto de ser uma mera cobertura, sem retracção e apoiada por encaixes, poder vir a revelar-se mais útil do que o esperado.

Surpreendentemente capaz


Ao cabo e ao resto, pelos cerca de 21 mil euros que esta versão diesel custa (uma outra, com o mesmo motor mas 85 cv fica um pouco acima dos 18 mil euros), é possível aceder a um pequeno SUV que mostra uma inesperada robustez e capacidade quando o desencaminhamos para maus caminhos. Embora não se deva exigir mais do que a altura (20 cm) e a configuração do Duster lhe possibilitam, a desenvoltura do motor nos baixos regimes e uma suspensão tão equilibrada quanto eficaz na capacidade de torção do conjunto, permitem-lhe superar, sem demonstrar grande esforço, alguns pequenos obstáculos. E sobretudo trilhar vários quilómetros de piso irregular sem penalizar em demasia o corpo dos ocupantes.
Não há qualquer ajuda à condução fora de estrada embora apresente ângulos excelentes para a prática de TT: 30º de ataque, 36º de saída e 23º ventral. Existe uma versão com tracção total automática que recorre a soluções de tracção utilizadas no Nissan Murano. Com as dimensões e a boa capacidade de manobra que o o Duster apresenta é de prever um bom desempenho fora de estrada.
Equipado com um motor que tem dado provas de economia, ainda assim surpreendem os 5,8 litros de média registada no final do ensaio. A caixa manual de seis velocidades permitiu escalonar as duas últimas de forma mais longa, para fins mais estradistas. Isso torna-se mais patente quando o Dacia Duster tem de enfrenta lombas mais pronunciadas, altura em que o peso, que até nem é muito, e a maior resistência ao vento (Cx de 0,42), impõem a necessidade de reduzir. E por falar nisso, o Dacia Duster não é o mais silencioso dos SUV: em velocidade nota-se a acção do vento e há alturas em que o trabalhar mecânico se impõe no habitáculo.

PREÇO, desde 21000 euros MOTOR, 1461 cc, 110 cv às 4000 r.p.m., 240 Nm às 2000, turbo de geometria variável, 8 válvulas, injecção common rail CONSUMOS, 6,4/4,9/5,3 l (cidade/estrada/misto) EMISSÕES POLUENTES, 139 g/km de CO2

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